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Revista AzMina

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O PenhaS preparou um Manual de Fuga com orientações práticas para quem vive (ou conhece alguém que vive) uma situação de violência doméstica.

Compartilha, salva e lembra: você não está sozinha. 💜 Baixe o PenhaS: azmina.com.br/projetos/pen...

#Violenciacontraamulher #Rededeapoio #Segurança #AzMina

26.01.2026 16:31 — 👍 20    🔁 12    💬 0    📌 1
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Penhas: Criando conexões contra a violência - AzMina Baixe o aplicativo PenhaS! Informar, criar redes de proteção e agir. O enfrentamento à violência contra mulher passa por esses passos.

Acolhimento, apoio e informação segura. O PenhaS é rede de apoio para que mulheres possam planejar a quebra dos ciclos de violência, se proteger e seguir vivas.

Baixe, conheça e compartilhe o PenhaS: azmina.com.br/projetos/pen...

23.01.2026 14:23 — 👍 1    🔁 0    💬 0    📌 0

Os principais determinantes nos atendimentos foram:

• Medida protetiva
• Violência psicológica
• Violência doméstica
• Ameaças e violência física

23.01.2026 14:23 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

Entre as mulheres que informaram sua relação com o agressor:
• 42,9% eram ex-companheiras
• 9,6% eram companheiras atuais

O fim do relacionamento pode não ser o fim da violência. Agressores podem intensificar ameaças e perseguições.

23.01.2026 14:23 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Entre os 303 atendimentos individuais realizados em 2025, as principais demandas foram:

• Assistência jurídica
• Conflitos com o agressor ou parceiro
• Desabafos e identificação da violência
• Questões envolvendo filhos
• Dificuldades ou dúvidas para registrar boletim de ocorrência

23.01.2026 14:23 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

A violência está espalhada e o apoio também precisa estar.

As cidades com maior número de usuárias são:
• São Paulo
• Rio de Janeiro
• Brasília
• Salvador
• Belo Horizonte

23.01.2026 14:23 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Mulheres negras são maioria entre as usuárias.

Elas representam 5.413 das usuárias

Isso nos mostra como a realidade das mulheres negras segue sendo atravessada pela violência de gênero — e como elas seguem buscando redes de apoio para sobreviver.

23.01.2026 14:23 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

O PenhaS é usado majoritariamente por mulheres.

A maior parte das usuárias se identifica como mulher cis

Também há presença de mulheres trans, homens trans e pessoas que não se enquadram nas categorias binárias.

23.01.2026 14:23 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Em 2025, o PenhaS seguiu crescendo

• 17.414 usuárias ao final de dezembro
• 1.395 novas usuárias ao longo do ano
• 117 usos do Mapa de Pontos de Apoio
• 165 Manuais de Fuga finalizados
• Presente em mais de 2000 cidades, em todos os estados brasileiros e Distrito Federal

23.01.2026 14:23 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

O que dados de um aplicativo de combate à violência contra a mulher revelam sobre essa realidade?

23.01.2026 14:23 — 👍 2    🔁 0    💬 1    📌 0
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Emagrecer virou quase uma obrigação moral e quem não entra no jogo começa a se sentir errado.

O intuito não é te fazer sentir culpada, mas questionar de onde vem esse desejo e quem lucra com ele.

#Mounjaro #CulturadaMagreza #PressaoEstetica #Feminismos #AzMina

22.01.2026 17:47 — 👍 11    🔁 3    💬 0    📌 0
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257 mortes violentas: 237homicídios e 20 suicídios – Grupo Gay da Bahia RELEASE OBSERVATÓRIO DE MORTES VIOLENTAS DE LGBT+ NO BRASIL, 2025 O Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga organização LGBT+ da América Latina, divulga seu relatório anual sobre mortes violentas de L...

Confira o relatório completo do Grupo Gay da Bahia em: hoy.bio/5vsu2oivob

22.01.2026 15:35 — 👍 3    🔁 0    💬 0    📌 0

O Brasil não produz dados oficiais sobre mortes de pessoas trans.

A ausência de estatísticas governamentais faz com que relatórios de ONGs sejam a principal fonte, um sintoma da negligência institucional com essas vidas.

22.01.2026 15:35 — 👍 2    🔁 0    💬 1    📌 0

O relatório aponta que a maioria das vítimas é negra, jovem e vive em contextos de vulnerabilidade social, com acesso ainda mais limitado a direitos básicos.

22.01.2026 15:35 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

Uma pessoa LGBT+ é morta a cada 34 horas no Brasil.
O país mantém, há anos, o topo do ranking mundial de violência letal contra pessoas trans e travestis.

22.01.2026 15:35 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

Registros policiais e matérias jornalísticas frequentemente omitem identidade de gênero, raça e contexto dos crimes, dificultando políticas de proteção.

22.01.2026 15:35 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

A queda registrada pode estar ligada à subnotificação, ao silêncio da mídia e à ausência de dados oficiais, não ao fim da LGBTfobia

22.01.2026 15:35 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

No dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado em janeiro de 2025, o Brasil registrou 122 assassinatos de pessoas trans e travestis em 2024

Segundo a organização Grupo Gay da Bahia, foram 64 mulheres trans e travestis assassinadas em 2025 no Brasil.

22.01.2026 15:35 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

Em 2024, de 321 assassinatos registrados globalmente, 94 ocorreram aqui, segundo a Transgender Europe (única fonte de levantamento a nível mundial)

22.01.2026 15:35 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0
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O Brasil segue sendo o país mais perigoso para mulheres trans e travestis viverem.

22.01.2026 15:35 — 👍 15    🔁 1    💬 1    📌 0
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Feminicídios em alta e a armadilha do pedido por “mais prisão” - AzMina O que reduz a violência contra mulheres é rede de proteção, políticas e trabalho socioeducativo com homens

Feminicídio: por que só pedir mais prisão não resolve?

🔗 Leia agora nova coluna de Isabela Venturoza, que reflete como endurecer penas costuma agir só depois da violência — e não impede novos casos: hoy.bio/8ktmrvlwz5

20.01.2026 18:16 — 👍 13    🔁 5    💬 0    📌 0

Pare de medir “indígena de verdade”.

Escute, siga e compartilhe vozes de povos originários.

(Aproveite e comente aqui embaixo uma mulher indígena que todo mundo deveria conhecer)

20.01.2026 15:22 — 👍 6    🔁 0    💬 0    📌 0

“Eles são todos iguais”

O Censo do IBGE de 2022 contabilizou 391 etnias e 295 línguas indígenas no Brasil,

Generalizar apaga existências.

20.01.2026 15:22 — 👍 4    🔁 0    💬 1    📌 0

“Nas aldeias, meninas viram mães cedo porque faz parte da cultura.”

Não é cultura. É violência.

Segundo levantamento d'AzMina, entre 2014 e 2023, ao menos 8.820 crianças nasceram de meninas indígenas entre 10 e 14 anos

20.01.2026 15:22 — 👍 2    🔁 0    💬 1    📌 0

“Indígena não pode usar celular”

Cultura não precisa ser “limpa” e os povos originários não estão presos no século passado.

20.01.2026 15:22 — 👍 2    🔁 0    💬 1    📌 0

“Mulheres indígenas andam de peito de fora.”

Esse olhar sexualiza corpos indígenas e naturaliza violências.

O corpo da mulher indígena não é público

20.01.2026 15:22 — 👍 2    🔁 0    💬 1    📌 0

“Parece que só tem essa índia lá no Norte.”

Não existe um único rosto indígena. E o termo correto é “indígena”

20.01.2026 15:22 — 👍 2    🔁 0    💬 1    📌 0
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Hoje é Dia da Consciência Indígena. E tem coisa que é óbvia, mas parece que pra muita gente ainda não é: pessoas indígenas não existem pra caber no seu estereótipo.

20.01.2026 15:22 — 👍 23    🔁 7    💬 1    📌 0

Importunação sexual é crime.

E enquanto os homens seguem sendo protegidos, as mulheres continuam sendo expostas, ao vivo, em rede nacional.

19.01.2026 17:58 — 👍 8    🔁 2    💬 0    📌 0

Não se trata de conivência, mas de não saber lidar com a violência mesmo quando ela acontece diante das câmeras, e pela terceira vez em poucos anos.

Depois do comunicado, o jogo seguiu normalmente. Como se importunar uma mulher diante do país inteiro fosse só um contratempo de produção.

19.01.2026 17:58 — 👍 8    🔁 2    💬 1    📌 0

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