O presidente francês Emmanuel Macron anunciou que a França vai ampliar o número de ogivas nucleares e deixará de divulgar dados sobre seu arsenal.
02.03.2026 22:27 — 👍 0 🔁 1 💬 0 📌 0O presidente francês Emmanuel Macron anunciou que a França vai ampliar o número de ogivas nucleares e deixará de divulgar dados sobre seu arsenal.
02.03.2026 22:27 — 👍 0 🔁 1 💬 0 📌 0Trump fala em “grande onda” contra o Irã que ainda nem começou e deixa no ar a possibilidade de ampliar ataques. A retórica de ameaça reforça a política de pressão máxima dos EUA, que costuma aumentar tensões regionais em vez de reduzir riscos.
02.03.2026 22:22 — 👍 0 🔁 1 💬 1 📌 0Ao impedir que os Estados Unidos usem bases na Espanha para atacar o Irã, Pedro Sánchez expõe fissuras na OTAN. A decisão revela tensão interna na aliança e mostra que nem todos os aliados seguem automaticamente a estratégia de Washington.
02.03.2026 22:16 — 👍 1 🔁 2 💬 0 📌 0Carney e Modi se encontraram em Nova Delhi para “resetar” Canadá-Índia: retomada do CEPA (meta até 2026), alvo de US$50 bi em comércio até 2030 e acordo de C$2,6 bi de urânio (Cameco). Por trás: Indo-Pacífico, minerais críticos e disputa sobre segurança/interferência.
02.03.2026 19:56 — 👍 0 🔁 1 💬 0 📌 0Ao dizer que “o que funcionou na Venezuela pode funcionar no Irã”, Trump sugere que houve um rearranjo interno bem-sucedido. Segundo ele, todos mantiveram seus cargos, exceto 2 pessoas. A fala reforça dúvidas sobre possível traição a Maduro pelos atuais governantes.
02.03.2026 19:51 — 👍 2 🔁 2 💬 0 📌 0
PRIMEIRA-DAMA NO COMANDO DO CONSELHO DE SEGURANÇA 🧶
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Em 2 de março de 2026, Melania Trump presidiu uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. A ONU disse que é a primeira vez que o cônjuge de um líder nacional ocupa a cadeira do “gavel” no órgão.
SOLUÇÃO NEGOCIADA OU CAOS EM CADEIA: BRASIL TENTA SEGURAR A ESCALADA 🧶
1/8 Enquanto EUA e Israel ampliam ataques e o Irã responde, a crise vira um efeito dominó no Oriente Médio: rotas, energia, segurança e diplomacia entram em modo emergência. E isso bate direto na agenda do Brasil.
GUERRA ABERTA NO ORIENTE MÉDIO 🧶
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O fim de semana marcou uma virada histórica: EUA e Israel lançaram ataques diretos contra o Irã, ampliando o conflito para além das guerras por procuração. A ofensiva atingiu centenas de alvos e abriu uma nova fase de instabilidade regional.
O presidente francês Emmanuel Macron anunciou que a França vai ampliar o número de ogivas nucleares e deixará de divulgar dados sobre seu arsenal.
02.03.2026 22:27 — 👍 0 🔁 1 💬 0 📌 0Trump fala em “grande onda” contra o Irã que ainda nem começou e deixa no ar a possibilidade de ampliar ataques. A retórica de ameaça reforça a política de pressão máxima dos EUA, que costuma aumentar tensões regionais em vez de reduzir riscos.
02.03.2026 22:22 — 👍 0 🔁 1 💬 1 📌 0Ao impedir que os Estados Unidos usem bases na Espanha para atacar o Irã, Pedro Sánchez expõe fissuras na OTAN. A decisão revela tensão interna na aliança e mostra que nem todos os aliados seguem automaticamente a estratégia de Washington.
02.03.2026 22:16 — 👍 1 🔁 2 💬 0 📌 0Carney e Modi se encontraram em Nova Delhi para “resetar” Canadá-Índia: retomada do CEPA (meta até 2026), alvo de US$50 bi em comércio até 2030 e acordo de C$2,6 bi de urânio (Cameco). Por trás: Indo-Pacífico, minerais críticos e disputa sobre segurança/interferência.
02.03.2026 19:56 — 👍 0 🔁 1 💬 0 📌 0Ao dizer que “o que funcionou na Venezuela pode funcionar no Irã”, Trump sugere que houve um rearranjo interno bem-sucedido. Segundo ele, todos mantiveram seus cargos, exceto 2 pessoas. A fala reforça dúvidas sobre possível traição a Maduro pelos atuais governantes.
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No fim, o precedente é perigoso: se vira moda, o Conselho vira palco de soft power doméstico. Em crise, o mundo precisa de diplomacia responsável. Não de encenação institucional com “gavel” na mão.
9/10
Defensores dizem: a presidência é rotativa, e o país pode delegar. Mas a pergunta política é outra: por que delegar para a primeira-dama e não para diplomatas eleitos/indicados para isso?
8/10
O tema “crianças” vira escudo moral. Fica a sensação de que se discute tecnologia e educação para parecer construtivo, enquanto a guerra aumenta o número de crianças feridas, deslocadas e traumatizadas.
7/10
Pior: quando a potência que segura o martelo está em guerra, a presidência vira ferramenta de narrativa. Você “humaniza” a imagem do governo enquanto bombas e retaliações ocupam o noticiário e o Conselho.
6/10
É o tipo de gesto que cheira a personalização do Estado: transforma uma função de governo em vitrine de família, reforçando nepotismo simbólico e enfraquecendo a ideia de que o posto exige preparo e accountability.
5/10
Por isso, não é correto normalizar que alguém sem cargo diplomático, sem mandato e sem responsabilidade formal de política externa presida esse tipo de reunião. Parece atalho político, não institucionalidade.
4/10
Aqui está o problema central: presidir o Conselho de Segurança não é “cerimonial fofo”. É o órgão mais poderoso da ONU em paz e segurança. Quem conduz a sessão define ritmo, dá a palavra e enquadra o debate.
3/10
Só que o timing é explosivo: a reunião acontece no meio de uma escalada militar envolvendo EUA e Israel contra o Irã, com sessão emergencial do Conselho dias antes e trocas de acusações sobre violações.
2/10
O tema oficial foi “Crianças, tecnologia e educação em conflitos”. A pauta foi montada porque os EUA assumiram a presidência rotativa do Conselho em março e podem escolher alguns temas e convidados.
PRIMEIRA-DAMA NO COMANDO DO CONSELHO DE SEGURANÇA 🧶
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Em 2 de março de 2026, Melania Trump presidiu uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. A ONU disse que é a primeira vez que o cônjuge de um líder nacional ocupa a cadeira do “gavel” no órgão.
8/8 Resumo do jogo: o Brasil tenta puxar a discussão de volta para negociação, porque a alternativa é o conflito engolir o calendário diplomático e empurrar o mundo para mais instabilidade econômica e geopolítica.
02.03.2026 19:26 — 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 07/8 Lula vinha sinalizando que queria falar com Trump também para defender diálogo e desescalada. Mas, com a crise acelerando, a janela política muda: a pauta “Brasil-EUA” perde espaço para a pauta “guerra”.
02.03.2026 19:26 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 06/8 O ponto é simples: sem estabilidade mínima, reunião bilateral vira foto sem entrega. Comércio, imigração, investimentos e cooperação ficam em segundo plano quando o noticiário é guerra e retaliação.
02.03.2026 19:26 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 05/8 Em paralelo, cresce a chance de adiar a ida de Lula a Washington: auxiliares falam em esperar “dias ou semanas” para remarcação, porque a prioridade de Washington virou administrar a crise no Oriente Médio.
02.03.2026 19:26 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 04/8 O governo também olha para o histórico do Brasil como articulador: o tema da “Declaração de Teerã” volta como referência de que dá pra tentar ponte diplomática mesmo em crise pesada.
02.03.2026 19:26 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 03/8 Amorim alertou que “todos seremos afetados”: quando a região pega fogo, o impacto costuma vir em petróleo mais caro, cadeias de suprimento travadas e mais risco de instabilidade global.
02.03.2026 19:26 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 02/8 Nesta 2ª (02/03), Lula conversou com Celso Amorim sobre a escalada que começou no sábado (28/02) e reforçou a linha do Planalto: saída política, negociação e freio na escalada militar.
02.03.2026 19:26 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0