Esse fim de semana tem o mestre da fantasia e da fábula soviética, Aleksandr Ptushko, no canal da CPC-Umes filmes.
27.02.2026 20:49 — 👍 2 🔁 1 💬 0 📌 0Esse fim de semana tem o mestre da fantasia e da fábula soviética, Aleksandr Ptushko, no canal da CPC-Umes filmes.
27.02.2026 20:49 — 👍 2 🔁 1 💬 0 📌 0que apenas regurgitam um futuro imaginado nos anos 80 como se fosse relevante agora, um retrofuturismo nostálgico e raso. Para além disso o filme é muito bem dirigido, com ótimas soluções visuais e criativas, algo essencial para a animação de sci-fi.
26.02.2026 20:27 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0mas mais importante, que o difere do resto, mesmo que seu estatuto de cyberpunk seja limítrofe, para dizer o mínimo, é um filme que pensa o presente para projetar tecnologias e dilemas do futuro, como vender o cérebro para trabalho, diferente de cópias pútridas de neo-cyberpunk por aí… (+)
26.02.2026 20:27 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Esse sem dúvida é o caso de ″Mars Express″, filme que conta com uma representação bastante interessante do cybercorpo por meio dos ciborgues e back-ups, flerta com a cyberspistemologia do gênero, apesar de não aderir a ela, e se compromete com o hightech low life do cyberprotagonista… (+)
26.02.2026 20:27 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Com a ressurreição do cyberpunk como artefatos culturais vazios, criou-se uma ânsia p/ classificar tudo como cyberpunk, mesmo que as obras nada tivessem a ver com o gênero e sua estética e, dessa forma, os filmes que de fato tem algo cyberpunk, mesmo que ñ o sejam, acabam esquecidos. (+)
26.02.2026 20:27 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0Pior que ontem foi assim. Recebi de tentativas de golpe à promoção de telefonia. Botei no silencioso e nem atendo mais, foda-se.
26.02.2026 14:42 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0algo evidente no diálogo entre as amigas próximo ao desfecho que parece um curta de formação de técnico em direção que foi colocado dentro do filme para que ele chegasse a metragem mínima de distribuição.
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0Todavia, é um filme que vai ficando pouco a pouco sem gás, primeiro por não chafurdar de vez na bad trip do protagonista e usar isso para experimentações e radicalizações formais, depois por simplesmente esgotar suas piadas e o fiapo de narrativa que segurava a trama unida… (+)
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0narrativa absurda e paródica q tira uma onda com a fauna de Toronto. O humor do longa-metragem oscila entre o mt referencial, como o Dr. Horselover Fat (fazendo menção ao alter-ego de Phillip K. Dick em ″Vallis″), e o estupidamente escatológico. Às vezes bem engraçado, às vezes só idiota. (+)
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0Graças a popularização de um certo tipo de realismo cruel frio e redundante, o cinema dito independente e de circulação em festivais foi ficando cada vez mais arisco a montagem e ao close. Esse com certeza não é um problema em ″The Pee Pee Poo Poo Man″… (+)
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0No fim, mais uma vez temos uma obra vazia, onde a exploração psicológica manifesta em monstros e terrores é presentificada e literalizada, banalizada, esvaziada em sua mais cretina obviedade, como os planos nos olhos de Pyramid Head.
24.02.2026 20:52 — 👍 2 🔁 0 💬 0 📌 0O elemento interativo, como procurar entre os escombros, assistir aos inúmeros VHS, vasculhar cada arquivo do hospital e suas histórias, também nunca é levado em consideração. Uma adaptação desses jogos é um filme que precisa de calma, tempo e liberdade para criar. (+)
24.02.2026 20:52 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0O elemento principal para o sucesso das adaptações de ″Silent Hill″, que está sempre ausente, é a atmosfera, a melancolia, a trilha musical, as sombras profundas, dos jogos. Essa introspecção existencial que faz do terror em ″Silent Hill″ algo incidental, complementar, mas não central. (+)
24.02.2026 20:52 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0″Return to Silent Hill″ é mais um bizarro processo de semiurgia de uma imitação visual do que há de cinematográfico no jogo base do que uma produção cinematográfica de pleno direito. Inclusive, as alterações que o filme faz no discurso e trama, refletem o que o filme tem de pior. (+)
24.02.2026 20:52 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0Pronto, agora quem sabe dá pra entender.
23.02.2026 19:20 — 👍 681 🔁 272 💬 28 📌 32E aí temos ″Bom Comportamento″ que foi quando essas duas perspectivas do fazer cinematográfico operaram em plena sintonia, e ″Joias Brutas″, em que ficaram evidentes as rachaduras da nascente incompatibilidade entre elas.
23.02.2026 17:10 — 👍 15 🔁 0 💬 0 📌 0″Smashing Machine″, Benny, é um filme de ator, um pouco oscilante, meio perdido, exatamente como o trabalho de câmera de mão e montagem que resolveu o filme conforme ele foi acontecendo, até mesmo meio Cassavetiano nesse sentido, é um filme que agrada o público de festival. (+)
23.02.2026 17:10 — 👍 14 🔁 0 💬 1 📌 0É interessante comparar os filmes dos Safdie: ″Martin Supreme″, Josh, é um filme de montador, cheio de grandes momentos, planos pensados para produzir efeitos de corte, um roteiro seguido a risca p/ narrar o frenesi do protagonista, uma série de gracinhas, filme que agrada o público do Oscar… (+)
23.02.2026 17:10 — 👍 41 🔁 2 💬 1 📌 0Nunca imaginei que Yoko Taro trabalharia em alguma coisa relacionada a "Evangelion", e mais ainda, que a CloverWorks estivesse envolvida.
23.02.2026 12:25 — 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0O filme é também um pequeno marco na consolidação de um certo tipo de romance soviético do pós-guerra em que um soldado retorna depois de mt tempo da guerra e forma um triângulo amoroso com sua espos,a que presumia a sua morte, e seu novo companheiro.
20.02.2026 18:32 — 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0Esse fim de semana tem o último filme de Pudovkin, e seu mais signigicativo trabalho com o sovcolor, no canal da CPC-Umes.
20.02.2026 18:30 — 👍 37 🔁 10 💬 2 📌 0Por fim, o filme também é uma revisão do próprio Shiraishi, tanto no retorno ao procedimento investigativo de mídias que coadunou o grande sucesso de sua ouvre, ″Noroi″, quanto no apelo excessivo ao desconexo, ao nansensu, e as tramas com pontas soltas demais.
19.02.2026 21:58 — 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0ou então o vivário que o longa-metragem não deixa de ser para todo tipo de personagens, referência e yokai da cultura de terror japonês, muitos dos quais foram amplamente explorados por Shiraishi, como o monge incapaz de derrotar a maldição, a mãe disfuncional, o jovem estúpido ou o vídeo viral. (+)
19.02.2026 21:58 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0a pluralidade multimídia do filme que vai do vídeo e até o streaming e o digital, ressaltando a versatilidade e compreensão de Shiraishi das qualidades de cada suporte, especialmente o vídeo e o HDV que o acompanharam por tanto tempo em sua carreira… (+)
19.02.2026 21:58 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0″About a Place in the Kinki Region″ opera como uma espécie de revisão geral de duas décadas de ″pós-J-horror″, tanto por ser um filme de maior orçamento que ainda usufrui de dispositivo e estratégias de encenação mais econômicas, quanto em escolhas estéticas específicas, como por exemplo… (+)
19.02.2026 21:58 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0exatamente como Oshima fez em ″The Man Who Left His Will on Film″ um ano antes. Sintomático de um cinema pretensamente ″à esquerda″ que, para erigir seu discurso, precisa primeiro desumanizar, humilhar e violentar a figura feminina.
18.02.2026 21:02 — 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0Os efeitos caleidoscópicos de ″Pastoral...″ aqui aparecem mais como tintagens à moda do cinema silencioso. Porém, tendo a obra de Oshima como um referencial óbvio, o filme também regurgita o que a nuberu bagu tinha de pior, como na cena de estupro coletivo completamente arbitrária e repugnante… (+)
18.02.2026 21:02 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Até mesmo iconograficamente, por exemplo, no plano da bandeira dos Estados Unidos queimando que dá lugar a um casal transando e maços de cigarro com ″Peace″ na embalagem. Nesse sentido, o filme é + concreto, com uma presença bem menor dos onirismos que caracterização o resto de sua obra. (+)
18.02.2026 21:02 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Em ″Throw Away Your Books and Rally in the Streets″ Somai faz um filme mais próximo do ideário da Nuberu Bagu e para retratar a juventude, recorre uma espécie de carnaval contracultural atrasado demarcando bem o ″pós″, de Pós-nuberu bagu. (+)
18.02.2026 21:02 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0