Ainda assim, Macy e Edgerton tem alguns bons momentos que valem a pena.
04.03.2026 21:49 — 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0Ainda assim, Macy e Edgerton tem alguns bons momentos que valem a pena.
04.03.2026 21:49 — 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0No resto do tempo, o longa parece uma reflexão emotiva de uma vida difícil que deveria ter sido bastante depurada e gradual, mas que teve de ser absurdamente acelerada para caber na metragem desejada, daí os jump curts, sequências de montage, elipses narrativas e similares. (+)
04.03.2026 21:49 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0mas substituindo os dilemas morais com retórica protestante de Malick por um navegar pela história que é completamente esquecido no meio do filme e reintroduzido a forceps em seus momentos finais. A narração onipresente e redundante exemplifica bem essa lógica. (+)
04.03.2026 21:49 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0″Sonhos de Trem″ na maior parte do tempo parece uma versão mais simplória, uma vulgata, do cinema de Terrence Malick, seja nas filmagens em golden hour, na forma como a trilha musical agrupa as imagens ou nos contra-plongées, câmera de mão e cortes… (+)
04.03.2026 21:49 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0deixam claro a permeabilidade do uso artificial da cultura e da referência ao estrangeiro como maneira de estilização na forma de máscaras e pastiches, algo extremamente sintomático do pós-modernismo estético.
03.03.2026 21:29 — 👍 0 🔁 0 💬 0 📌 0Nesse sentido o filme está alinhado ao que será o Cinèma du Look na frança. Doravante, as cenas de dança em cenários estadunidenses descabidos, as músicas, a mansão com fotografia a lá gótico italaiano/Bava e assim por diante… (+)
03.03.2026 21:29 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0mas em outros casos é tão estrambólica que anula a própria encenação, como na cena de dança no galpão onde o spli-screen e freeze frames, ao invés de contribuírem, impedem a construção da imagem e do movimento do corpo, essencial para a concretização da dança. (+)
03.03.2026 21:29 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Mais do que em qualquer um de seus outros filmes, Kadokawa aqui se esbalda em extravagâncias que por vezes produzem os melhores planos do filme, seja pela fotografia de cores antirrealista, como a chegada na mansão, ou pela estilização, como nas cenas noturnas no cais… (+)
03.03.2026 21:29 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0″Aijou Monogatari″ é, sem dúvida, bastante pós-moderno por pelo menos dois motivos: como interage com uma série de referências, construindo um aparato visual extravagante, e como emprega a cultura estrangeira de maneira idealizada e artificial. O primeiro é tanto o forte quanto o fraco do filme… (+)
03.03.2026 21:29 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0
"A New Dawn" : hand-crafted animation effects by Makiko Sukikara.
www.instagram.com/sukikara_mak...
The film, directed by Yoshitoshi Shinomiya, is coming in Japanese theaters this Friday.
Infelizmente não tenho conseguido ver muitos filmes ultimamente, mas ao menos deu para contemplar alguns achados em fevereiro.
02.03.2026 22:21 — 👍 5 🔁 0 💬 0 📌 0
Melhores filmes vistos pela primeira vez em fevereiro de 2026.
2023 - "Mars Express", de Jérémie Périn
2022 - "Pacifiction", de Albert Serra
1976 - "Xadrez de Vento", de Mohammad Reza Aslani
1953 - "O Salário do Medo", de Henri-Georges Clouzot
Meu camarada e amigo Fernando Brito finalmente criou um canal no youtube, para quem tiver interesse em conhecer:
02.03.2026 18:08 — 👍 30 🔁 6 💬 0 📌 1Esse fim de semana tem o mestre da fantasia e da fábula soviética, Aleksandr Ptushko, no canal da CPC-Umes filmes.
27.02.2026 20:49 — 👍 2 🔁 1 💬 0 📌 0que apenas regurgitam um futuro imaginado nos anos 80 como se fosse relevante agora, um retrofuturismo nostálgico e raso. Para além disso o filme é muito bem dirigido, com ótimas soluções visuais e criativas, algo essencial para a animação de sci-fi.
26.02.2026 20:27 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0mas mais importante, que o difere do resto, mesmo que seu estatuto de cyberpunk seja limítrofe, para dizer o mínimo, é um filme que pensa o presente para projetar tecnologias e dilemas do futuro, como vender o cérebro para trabalho, diferente de cópias pútridas de neo-cyberpunk por aí… (+)
26.02.2026 20:27 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Esse sem dúvida é o caso de ″Mars Express″, filme que conta com uma representação bastante interessante do cybercorpo por meio dos ciborgues e back-ups, flerta com a cyberspistemologia do gênero, apesar de não aderir a ela, e se compromete com o hightech low life do cyberprotagonista… (+)
26.02.2026 20:27 — 👍 0 🔁 0 💬 1 📌 0Com a ressurreição do cyberpunk como artefatos culturais vazios, criou-se uma ânsia p/ classificar tudo como cyberpunk, mesmo que as obras nada tivessem a ver com o gênero e sua estética e, dessa forma, os filmes que de fato tem algo cyberpunk, mesmo que ñ o sejam, acabam esquecidos. (+)
26.02.2026 20:27 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0Pior que ontem foi assim. Recebi de tentativas de golpe à promoção de telefonia. Botei no silencioso e nem atendo mais, foda-se.
26.02.2026 14:42 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0algo evidente no diálogo entre as amigas próximo ao desfecho que parece um curta de formação de técnico em direção que foi colocado dentro do filme para que ele chegasse a metragem mínima de distribuição.
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 0 📌 0Todavia, é um filme que vai ficando pouco a pouco sem gás, primeiro por não chafurdar de vez na bad trip do protagonista e usar isso para experimentações e radicalizações formais, depois por simplesmente esgotar suas piadas e o fiapo de narrativa que segurava a trama unida… (+)
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0narrativa absurda e paródica q tira uma onda com a fauna de Toronto. O humor do longa-metragem oscila entre o mt referencial, como o Dr. Horselover Fat (fazendo menção ao alter-ego de Phillip K. Dick em ″Vallis″), e o estupidamente escatológico. Às vezes bem engraçado, às vezes só idiota. (+)
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0Graças a popularização de um certo tipo de realismo cruel frio e redundante, o cinema dito independente e de circulação em festivais foi ficando cada vez mais arisco a montagem e ao close. Esse com certeza não é um problema em ″The Pee Pee Poo Poo Man″… (+)
25.02.2026 21:32 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0No fim, mais uma vez temos uma obra vazia, onde a exploração psicológica manifesta em monstros e terrores é presentificada e literalizada, banalizada, esvaziada em sua mais cretina obviedade, como os planos nos olhos de Pyramid Head.
24.02.2026 20:52 — 👍 2 🔁 0 💬 0 📌 0O elemento interativo, como procurar entre os escombros, assistir aos inúmeros VHS, vasculhar cada arquivo do hospital e suas histórias, também nunca é levado em consideração. Uma adaptação desses jogos é um filme que precisa de calma, tempo e liberdade para criar. (+)
24.02.2026 20:52 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0O elemento principal para o sucesso das adaptações de ″Silent Hill″, que está sempre ausente, é a atmosfera, a melancolia, a trilha musical, as sombras profundas, dos jogos. Essa introspecção existencial que faz do terror em ″Silent Hill″ algo incidental, complementar, mas não central. (+)
24.02.2026 20:52 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0″Return to Silent Hill″ é mais um bizarro processo de semiurgia de uma imitação visual do que há de cinematográfico no jogo base do que uma produção cinematográfica de pleno direito. Inclusive, as alterações que o filme faz no discurso e trama, refletem o que o filme tem de pior. (+)
24.02.2026 20:52 — 👍 1 🔁 0 💬 1 📌 0Pronto, agora quem sabe dá pra entender.
23.02.2026 19:20 — 👍 681 🔁 272 💬 28 📌 32E aí temos ″Bom Comportamento″ que foi quando essas duas perspectivas do fazer cinematográfico operaram em plena sintonia, e ″Joias Brutas″, em que ficaram evidentes as rachaduras da nascente incompatibilidade entre elas.
23.02.2026 17:10 — 👍 15 🔁 0 💬 0 📌 0