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Joaquim G.

@xocasgz.bsky.social

«Liberdade escreve-se com sangue» | 📚 🍃 👨🏻‍🚒 🔻 ☭

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Posts by Joaquim G. (@xocasgz.bsky.social)

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🌿 No dia 28 de fevereiro caminhamos polo Courel, com saída às 10h30 desde Vilamor. Percorreremos zonas marcadas polos incêndios de 2022 e contaremos com Orlando, da Plataforma SOS Courel, para compreendermos o território e a sua memória.

📩 Inscriçons por mensagem privada.

Bota-te ao monte! ✊🏽

19.02.2026 15:36 — 👍 2    🔁 2    💬 0    📌 0

Seguiremos vigilantes, organizadas e prontas para voltarmos à rua se for necessário.

🌿 Defender a terra é defender a vida.
✊ Nem Altri, nem macrocelulose, nem espoliaçom!

20.02.2026 19:10 — 👍 0    🔁 1    💬 0    📌 0

A Galiza nom é zona de sacrifício para multinacionais da celulose nem laboratório de especulaçom industrial. Nom aceitaremos que interesses privados se imponham ao bem comum.

20.02.2026 19:10 — 👍 0    🔁 1    💬 1    📌 0

O arquivamento do projeto de macrocelulose da Altri em Palas de Rei é uma derrota política de um modelo extrativista imposto contra o território e as pessoas que o habitam.

20.02.2026 19:10 — 👍 0    🔁 1    💬 1    📌 0
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AMAL acolhe roteiro de memória e reflexom sobre os incêndios no Courel A Agrupaçom de Montanha “Augas Limpas” volve a oferecer às amantes da natureza e comprometidas com a Terra mais umha jornada de conhecimento direto das nossas serras. Será no vindouro 28 de fevereiro,...

Conhecimento da Terra e reflexom sobre a vaga incendiária, de mao de @amalaguas.bsky.social, o vindouro sábado na serra do Courel.
www.galizalivre.com/2026/02/18/a...

18.02.2026 09:29 — 👍 1    🔁 2    💬 0    📌 0

Um marxismo que não atualiza a análise material deixa de ser marxismo. E uma esquerda que relativiza o massacre dos curdos perde qualquer autoridade moral para falar de emancipação.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 0    📌 0

Reconhecer o papel estabilizador que o Estado sírio teve no passado não implica negar a legitimidade da autodefesa curda no presente.

Defender hoje as YPJ não é apoiar os EUA. É reconhecer uma resistência popular encurralada entre imperialismo, jihadismo e Estados reacionários.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

A experiência de Rojava não é perfeita nem exportável mecanicamente. Mas também nāo é uma utopia nem um modelo acabado. Face ao colapso estatal, mostrou algo essencial: quando o Estado cai, não nasce automaticamente libertação — nasce barbárie.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

A cooperação tática com os EUA contra o Daesh não foi um projeto político estratégico, mas uma decisão de sobrevivência num contexto de cerco e ameaça existencial.

Exigir que os curdos aceitem a própria aniquilação para manter coerência teórica é cinismo, não marxismo.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

As YPJ/YPG não introduziram o jihadismo na Síria. Foram, desde cedo, uma das forças que mais duramente o combateram, pagando um preço humano altíssimo.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Neste cenário, os curdos não “se rebelam contra o Estado sírio”: ocupam um vazio de poder para sobreviver. Não derrubam Assad, não tomam Damasco, não decidem o rumo do país.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Na esquerda ocidental, quem celebrou, em nome da “liberdade”, a queda de Al-Assad às mãos de forças saídas da Al-Qaeda comprou sem crítica a narrativa dos EUA e Israel. Aplaudir jihadistas como libertadores não é internacionalismo, é cegueira política disfarçada de moralismo.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

O colapso desse Estado — provocado por uma guerra internacionalizada e instrumentalizada — não abriu espaço para emancipação popular, mas para forças jihadistas organizadas, hoje no centro do poder.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Com todas as suas limitações e contradições, esse Estado sírio garantia uma certa estabilidade territorial e atuava como barreira contra a fragmentação e a expansão das milícias islamistas.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Muita crítica “marxista” às YPJ parte de um pressuposto que hoje já não existe: a presença de um Estado sírio sob Bashar al-Assad funcional, secular e capaz de conter o jihadismo.

27.01.2026 13:36 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Viva a Venezuela livre!

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 0    📌 0

Sentir isto não me faz fraco. Faz-me humano. E enquanto houver quem sinta, pense e se recuse a aceitar a barbárie como normal, o império nunca terá vencido totalmente.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Não posso carregar a responsabilidade de “acordar” toda a gente. Posicionar-me, denunciar, agir coletivamente já é resistência. O resto é cuidar para não me quebrar.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Ser sensível à injustiça num mundo assim é exaustivo. Mas também sei que a alternativa — a indiferença — seria uma derrota maior. Prefiro doer a normalizar o horror.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Às vezes sinto raiva. Outras vezes tristeza. Muitas vezes impotência. Porque percebo que não é ignorância individual, é um sistema inteiro a produzir consenso para a violência.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Isso cria uma solidão estranha: a de perceber algo com clareza e sentir que não consegues atravessar esse muro de propaganda. Nem com dados, nem com argumentos, nem com empatia.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Não são monstros. São pessoas comuns, boas até. Mas completamente absorvidas por narrativas que transformam bombardeamentos em “democracia” e saqueio em “libertação”.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

O que mais dói não é só o que os EUA ou o capital fazem no mundo. É ver pessoas próximas — família, amigos — aplaudirem intervenções militares porque têm a cabeça colonizada pelo discurso dos media.

04.01.2026 00:38 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

As guerras e intervenções imperialistas afetam-me muito mais do que eu gostaria de admitir. Não só politicamente — psicologicamente. Ver a injustiça repetir-se, sempre com os mesmos discursos, cansa a alma.

04.01.2026 00:38 — 👍 1    🔁 0    💬 1    📌 0

No fim das contas, sigo a recomendar o livro. Não porque seja “cómodo”, mas porque nos obriga a olhar para a história com honestidade — e a reconhecer que o silêncio também é uma forma de violência.

21.11.2025 19:05 — 👍 1    🔁 0    💬 0    📌 0

O que vivi hoje recordou-me como, em comunidades pequenas, qualquer narrativa que desafie a versão tradicional do mundo ainda é recebida com suspeita.

E, no entanto, é justamente aí que mais precisamos de leitura crítica e pluralidade.

21.11.2025 19:05 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

O desconforto que certos livros geram não vem do seu conteúdo, mas da confrontação com uma verdade histórica que muitos nunca quiseram ver.

A reacção defensiva é um reflexo, não um argumento.

21.11.2025 19:05 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Curioso como durante séculos só ouvimos a versão masculina dos factos e isso nunca foi chamado de “parcial”.

Mas quando alguém mostra o outro lado, de repente é “exagero”, “ideologia” ou “activismo”.

21.11.2025 19:05 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Chamar isso de “sectário” revela mais sobre o leitor do que sobre a obra.

Contar a realidade das mulheres — tantas vezes silenciadas — não é tomar partido: é recuperar uma parte da história que sempre foi ignorada.

21.11.2025 19:05 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0

Para quem não conhece, o livro narra a vida de várias mulheres que foram consideradas “loucas” apenas por não se encaixarem nas normas sociais.

Mostra como, durante séculos, a opressão foi disfarçada de diagnóstico, moralidade ou “boa ordem”.

21.11.2025 19:05 — 👍 0    🔁 0    💬 1    📌 0