"O imperialismo não hesita em incendiar o mundo para atingir seus próprios interesses."
— Thomas Sankara
"O imperialismo não hesita em incendiar o mundo para atingir seus próprios interesses."
— Thomas Sankara
Uma realidade diária das mulheres brasileiras gravidas que estão dentro do sistema prisional. Deveria ser um escândalo aqui também.
04.03.2026 10:04 — 👍 14 🔁 4 💬 0 📌 0
estão pingando o mais suco de chorume sobre o novo conflito no oriente médio.
Tudo isso pra dizer que pra cair de 4 e sair relinchando é muito fácil, pessoal.
Bom dia a todos
Segue ainda com uma citação completamente tirada de contexto do livro "sobre a questão judaica", escrito por Marx, um judeu.
Material deveria ser denunciado de forma séria.
Por outro lado
Nos últimos tempos, postagens tenebrosas em páginas de ~ esquerda ~
A Conib brasil divulga em seu site um material sobre antissemitismo que ao final faz uma tabela comparativa entre grupos antissemitas.
Das 3 colunas, duas chamam especial atenção.
A 3° e última é estarrecedora. Entre os potenciais antissemitas estão
'Pessoas de cor e mulheres'
Ia usar “intervencionismo”, mas é imperialismo.
04.03.2026 10:14 — 👍 1 🔁 1 💬 0 📌 0O imperialismo, com o uso da violência extrema, geralmente para roubar riquezas como petróleo e gás, é política de estado.
04.03.2026 10:13 — 👍 6 🔁 4 💬 1 📌 0
Então, basicamente, existem provas inegáveis de estupro em massa pelo ICE: dezenas de menores de idade a parti de 13 anos estão grávidas.
A solução do governo Trump? Mandá-las pro Texas, onde o aborto é proibido, para não ser obrigado a pagar pelo procedimento.
Governo de pedófilos para pedófilos.
A Reuters tava mostrando vídeos de pequenos grupos comemorando a morte do aiatolá (o que é absolutamente normal e esperado) e uns iraniano-americanos nos EUA dançando (duh). Já essas imagens multidões em luto não foram postadas na conta principal. Mesma coisa com quase todos os grandes veículos.
01.03.2026 14:19 — 👍 676 🔁 230 💬 11 📌 5
Ué
O Flávio BOLSONARO não estava se afastando do bolsonarismo e moderando o discurso?
A imprensa que me falou
Imaginar que é a península Ibérica a parte sensata da Europa é foda
02.03.2026 00:15 — 👍 407 🔁 74 💬 3 📌 4Eu já achava o curso de Relações Internacionais um pouco desculpa pra querer estudar coisa de outros lugares com baixíssima faixa de aplicação prática no mercado de trabalho, e os especialistas em direito internacional estão entrando no mesmo balaio pelo jeito
02.03.2026 00:31 — 👍 2 🔁 1 💬 0 📌 0O lagarto: estou voando, estou voando!
02.03.2026 00:32 — 👍 15 🔁 2 💬 0 📌 0
Vale notar um padrão de resposta de líderes europeus:
🇮🇷 após ataque dos 🇺🇸 e 🇮🇱
🤐 Direito inerente de legítima defesa
🗣️ Desproporção da resposta
🇮🇱 após ataque do Hamas
🗣️ Direito inerente de legítima defesa
🤐 Desproporção da resposta
Atenção ao Barhein que é de maioria xiita. Parece que o povo tá na rua em confronto com forças de segurança
01.03.2026 22:17 — 👍 8 🔁 4 💬 0 📌 0Vai ser estranho assistir Fórmula 1 sem TATOLA DENIS ÂNGELO RICARDINHO PERRRRENGUE NA BAND
01.03.2026 22:22 — 👍 2 🔁 2 💬 1 📌 0se fuerte patrisio
01.03.2026 20:54 — 👍 58 🔁 16 💬 0 📌 0Haja desinformação, hein @estadao.com.br !
01.03.2026 18:01 — 👍 1 🔁 1 💬 0 📌 0
Jornalistas, tem uma companheira nossa que saiu para fazer trabalho de campo do doutorado e o marido meteu um abandono de lar e conseguiu uma liminar no TJ-BA para tomar a criança de 9 anos e ainda quase metade do salário dela. Março das mulheres, né?
RT para chegar numa jornalista foda!
Por isso eu falo: não interessa com o que o trabalhador vai gastar o tempo dele. O tempo é dele, a existência é dele. O contrário disso é escravagista.
01.03.2026 18:05 — 👍 633 🔁 235 💬 5 📌 4Tem um post antigo sobre Israel nessas situações que eu não consegui achar, mas era mais ou menos assim: 1) não temos conhecimento; 2) se houve, foram eles; 3) fomos nós, mas eles eram terroristas; 4) fomos nós, mas foi um erro desculpável; 5) por que você ainda está perguntando, você é antissemita?
01.03.2026 16:41 — 👍 434 🔁 152 💬 5 📌 3
Agora, Israel e EUA mataram o líder religioso, um velho de 86 anos e saúde debilitada que não cuidava do dia-a-dia do país. Sua sucessão já era discutida há anos, afinal, idoso com saúde debilitada.
Chamar isso de "decapitação do regime" é um grau de wishful thinking impressionante...
Então, recapitulando: o estado iraniano é dividido em três partes: militar, religiosa e civil.
O líder militar das forças externas foi morto em 2020 e as forças externas apenas ficaram mais forte após isso.
O líder civil foi morto em 2024. Foi eleito um opositor de forma pacífica e pouco mudou.+
Em 2020, a GR sofreu um ataque de decapitação, quando Trump ordenou a morte de Qaseem Suleimani. Suleimani não era o líder supremo da GR.
Suleimani era líder das Forças Quds, as forças especiais, responsáveis por treinar Hezbollah, Houthis e etc. E a morte dele não atrapalhou essas funções, né?+
Por fim, temos a parte militar do governo, a Guarda Revolucionária.
A GR não é um braço militar de um governo civil, como no Brasil. Ela é extremamente autônoma, tem financiamento próprio e, inclusive, opera atividades econômicas, legais e ilegais(como tráfico de álcool, proibido no país).+
Ele tem uma agenda pró-Ocidente, de negociação para acabar com as sanções. Porém, a chamada "Guerra dos 12 Dias" fez sua legitimidade despencar.
Sua postura conciliatória foi vista como ineficaz, afinal, não só as sanções não foram levantadas, como o país foi bombardeado por Israel, e fraca.+
Ou seja, havia um candidato que representava o descontentamento com o regime. Essa é uma forma de mensurar a legitimidade do regime e decidir se não é hora de instituir reformas.
E... esse voto protesto foi eleito e é o atual presidente do país. Ele cuida do dia-a-dia da vida civil no Irã.+
Por exemplo, após a morte do presidente iraniano em 2024, num acidente de helicóptero que pode, ou não, ter sido um assassinado por países estrangeiros..., houve uma eleição.
Khamenei vetou a candidatura do ex-presidente Ahmadinejad, por ex, como sempre veta.
Mas escolheu um "voto de protesto".+
Além do conselho de aiatolás e do aiatolá supremo, o Irã tem 2 outras instâncias de governo. Um civil, não tão diferente do nosso, com presidente, legislativo e judiciário. O aiatolá não os escolhe, apenas quem pode se candidatar.
O governo civil é menos fechado que a imprensa ocidental quer.+
O aiatolá supremo é o poder final no Irã, responsável por garantir o cumprimento da lei e moral islâmica e, portanto, reger o país numa escala geracional de tempo.
Isso significa que ele edita leis e institui políticas... "macro". E, principalmente, ele decide quem se candidata a presidente.
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