Ah bom, além de data centers também vai haver campos de futebol. O prémio de entrada no Board of Peace (que quer substituir as Nações Unidas - chamamos-lhe Indivíduos Unidos?) é um veículo de enriquecimento do Trump e de investimento imobiliário em Gaza. Admirável.
www.nytimes.com/athletic/705...
27.02.2026 13:22 —
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Eu aprecio muito a regularidade da frente de rua na proposta de 2002, mas tens toda a razão, a atual é muito mais aberta (quer para dentro, quer para fora).
26.02.2026 19:18 —
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O meu grande problema com os brados mais comuns pelo "ordenamento" e "planeamento" é que tal como os "grandes debates nacionais" e "debates alargados" desviam o foco do trabalho quotidiano do "onde passa o seu terreno?", que vai ser a verdadeira base para mudarmos a nossa relação com o território.
26.02.2026 13:03 —
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Com isso é preciso arranjar incentivos ao emparcelamento ou gestão conjunta. A floresta precisa de ganhar escala para poder ter uma exploração e uma gestão diferente, senão continuará a ser fragmentada, não rentável e maximizada na sua mínima dimensão, constituindo riscos ou custos desproporcionais.
26.02.2026 13:02 —
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A prevenção é importantíssima, mas a questão determinante será a transformação da paisagem (nos modos de utilização e produção). Precisamos de conseguir gerir o território de forma diferente. Só será possível um salto com o mapeamento do cadastro e o controlo da sua fragmentação em heranças.
26.02.2026 13:01 —
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Se é para vencer, ora. Fim do ocidente, mundo multipolar, nova ordem, so on and so on. A minha grande inquietação é, já que ultrapassamos por completo os vários limites do aceitável na cúpula do poder, se o calibre das segundas/terceiras linhas de liderança também se esvai.
26.02.2026 12:53 —
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Sou obrigado a reconhecer os meus instintos animais e carnívoros quando estava toda a gente descansada no escritório, incluindo a minha pessoa, e, ao sentir um eflúvio gerado pelo churrasco do restaurante ao lado, comecei a farejar de forma brusca e sonora.
Já estou mais calmo.
26.02.2026 11:20 —
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Muito bom, muito bom 😀
26.02.2026 12:49 —
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Entretanto redescobri estes desenhos da primeira abordagem do Mário Sua Kay à Fundição de Oeiras, em 2002. Uma qualidade de representação imbatível, como é com os desenhos do Joan Busquets. Os princípios desta versão inicial são claramente retomados e reinterpretados na versão atual.
26.02.2026 08:16 —
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Correto, assino por baixo.
25.02.2026 22:47 —
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A plataforma da CM de Cascais hoje decidiu não colaborar.
25.02.2026 22:29 —
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Disponível para consulta aqui:
www.oeiras.pt/-/consulta-p...
25.02.2026 13:45 —
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YouTube video by Município de Oeiras
Consulta Pública do Pedido de Informação Previa de Operação de Loteamento da Fundição de Oeiras
youtu.be/V-Cii90MU-o?...
25.02.2026 13:44 —
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Mas o que é isto!
- trouxeste??
24.02.2026 20:50 —
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YouTube video by GroundUP Music NYC
Snarky Puppy - Trinity (Extended Version) (Empire Central)
23.02.2026 00:03 —
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First time reading it: Monorail-Oriented Development sounds too good.
22.02.2026 23:44 —
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Devo dizer que uma chávena de café acaba demasiado depressa.
22.02.2026 21:08 —
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Devo corrigir-me, é menos do que 170m. É mais uns 130m, o que é mais próximo de volumes como os blocos habitacionais de Miraflores, que vão tendo 80m a 100m e 12 pisos. 130m tem a Unité d'Habitation, com 17 pisos. Mas falamos de blocos de implantação livre, não de quarteirões... Hmmm. Mantenho.
22.02.2026 20:59 —
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Sim, a imunidade destes partidos é certa. Diria que vai ser mais interessante assistir à dinâmica interna do governo (com o PM, mas sobretudo com Leitão Amaro) e à evolução do discurso sobre a imigração.
22.02.2026 20:50 —
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Fonte: www.lisboa.pt/temas/urbani...
22.02.2026 20:09 —
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(É 1,85 lugares/fogo)
22.02.2026 19:55 —
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Contentemo-nos com bonecos.
22.02.2026 19:53 —
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Sem prejuízo de ser melhor do que em muitos outros planos. De qualquer modo, onde andas, ó prolongamento da linha vermelha?
22.02.2026 19:48 —
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O pagamento de uma taxa por lugar equivalente ao custo de edificação de um lugar de estacionamento para um fundo de mobilidade urbana sustentável. É um pequeno greenwashing, mas desincentivava, e se não desincentivasse ao menos tinha externalidades positivas. Como estamos é que não é espetacular.
22.02.2026 19:47 —
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Em alternativa, se não se quiser estabelecer máximos, um PDM mais robusto diria: Construir acima de um lugar por fogo implica construir o excedente em estrutura edificada autónoma (o que consome solo ao produto imobiliário), ou antes;
22.02.2026 19:46 —
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É que construir mais do que um lugar por fogo à porta de uma estação de metro no centro de Lisboa ou é dinheiro mandado fora que encarece a compra de habitação, ou é algo que procura valorizar o produto com consequências complicadas para o domínio público e para a gestão do espaço urbano.
22.02.2026 19:41 —
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O meu problema está sobretudo nos parâmetros da habitação. Penso que estava na hora de o PDM deixar de prever mínimos de estacionamento mais reduzidos na envolvente de estações, existentes ou futuras, e passar a prever máximos de estacionamento (é para ontem).
22.02.2026 19:38 —
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O edifício de escritórios (50.000m²) prevê 800 lugares, pelo que, a 17,50m²/pessoa, deve acolher uns 2.900 trabalhadores. Cerca de 25% "poderão" ir de carro, o que não me parece especialmente desequilibrado no nosso contexto.
22.02.2026 19:36 —
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O número de lugares reduz significativamente. Menos 700 lugares privativos, menos 50 lugares em parque público enterrado, menos 70 lugares à superfície, quando o número de fogos aumenta de 570 para 680 e se prevê 50.000m² de serviços. Mas continuam a ser 2670 lugares, apesar da linha vermelha.
22.02.2026 19:23 —
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