Sua não monogamia é libertadora ou é só um consumo de experiências? Terminar um relacionamento plural carrega um peso extra: a sociedade não te dá licença para chorar. Escrevi no Substack sobre luto, Teoria do Apego e a urgência da ética do cuidado.
04.03.2026 19:10 —
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Arquivos de um Corpo Infame: A Ética do Cuidado e a Base Segura
Quando o amor no plural esbarra no vazio: notas sobre teoria do apego e finais fora da norma.
A partir de uma conversa de WhatsApp e da frieza do abandono, recorro a Jessica Fern e Michel Foucault para transformar a dor desse "corpo infame" em linguagem. Quando o cuidado vira retaliação, escrever é o nosso maior ato de insubordinação contra o esquecimento.
04.03.2026 19:08 —
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Qual delas tá melhor?
26.02.2026 14:53 —
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O prédio da UFPR cheirava a fantasma. A pedra estilhaçou e o que sobrou corta os dedos. Texto novo no Substack sobre a órbita dos homens esburacados, o fracasso de narrar a dor de forma higienizada e a tentativa de preparar o corpo para a compersão.
01.03.2026 19:26 —
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Já usaram esse tipo de cueca (cueca fio dental)? É desafiador, mas depois acostuma...
01.03.2026 19:42 —
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trabalhado, mas...
01.03.2026 19:40 —
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Dica gente, esse texto é quase um conto erótico... tá bem picante, tem de tudo...
26.02.2026 15:01 —
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A primeira é o 🍑 e a segunda parece o caroço, amoooo ambas elementares 🥰🥺
acho que se tornou a releitura da capa de "todos os olhos"
26.02.2026 15:11 —
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Lindão
01.03.2026 19:36 —
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O prédio da UFPR cheirava a fantasma. A pedra estilhaçou e o que sobrou corta os dedos. Texto novo no Substack sobre a órbita dos homens esburacados, o fracasso de narrar a dor de forma higienizada e a tentativa de preparar o corpo para a compersão.
01.03.2026 19:26 —
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Que delícia
26.02.2026 15:07 —
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A primeira tem cor, textura, sabor e cheiro de 🍑
26.02.2026 14:59 —
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a segunda
26.02.2026 14:55 —
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20.02.2026 17:56 —
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Dica gente, esse texto é quase um conto erótico... tá bem picante, tem de tudo...
26.02.2026 15:01 —
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Qual delas tá melhor?
26.02.2026 14:53 —
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A não-monogamia muitas vezes esconde um latifúndio de negligência sob o disfarce da "liberdade". Para corpos neurodivergentes, o custo do mascaramento, do gaslighting e do descarte afetivo é brutal. Escrevi sobre obsolescência, luto e o esforço de usar a teoria para tentar amordaçar o coração.
26.02.2026 14:52 —
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Arquivo em carne viva
A carne rasgando o vazio para provar que ainda existo. O delírio erótico como tecnologia de sobrevivência, o luto e a urgência de atestar o corpo em carne viva.
O sistema falhou. Escrevi um relato em carne viva sobre luto, desintegração, afetos rápidos e a não monogamia como mero consumo neoliberal. Com ecos de Foucault, Butler e Brigitte Vasallo. O delírio como ferramenta de sobrevivência. Leia no Substack: augustomb.substack.com/p/arquivo-em...
21.02.2026 21:29 —
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De Hoje, ao acordar...
17.02.2026 20:23 —
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"O que eu fiz hoje foi suficiente."
20.02.2026 17:55 —
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A carne, o colapso neuroqueer e a esquiza: notas sobre uma somateca em ruínas
A falência da não monogamia liberal, o terror do atrito e a fuga neuroqueer pelos escombros do desejo.
Ninguém admite em voz alta, mas a forma mais rápida de anestesiar uma vida entediante é usar outra pessoa como entretenimento. O capital sequestrou a neurose lacaniana e a fez render dividendos nos apps de encontro.
augustomb.substack.com/p/a-carne-o-...
17.02.2026 20:20 —
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De Hoje, ao acordar...
17.02.2026 20:23 —
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Escrevi um ensaio sobre como transformamos o corpo alheio em obsolescência programada, o colapso neuroqueer no meio da boate e a escrita como infraestrutura.
"A carne, o colapso neuroqueer e a esquiza"
Texto integral aqui:
17.02.2026 20:21 —
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A carne, o chumbo e a esquiza
Entre o livre mercado da carne e o colapso do amor: notas sobre suportar a inconveniência de estar vivo e de como o capitalismo engoliu o desejo e transformou a não monogamia em fast food existencial.
Lacan avisa: o amor é terra firme (e brocha). O desejo é a falta (e vicia).
Cruzei Lauren Berlant, Brigitte Vasallo e esquizoanálise num novo diário. Contra o mundo que patologiza meu autismo, o texto é minha prótese de sobrevivência.
Leia na íntegra: augustomb.substack.com/p/a-carne-o-...
16.02.2026 22:26 —
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Escrever não é catarse, é clínica. Minha carne é a somateca.
O neoliberalismo engoliu nosso desejo. A gente desconstruiu a monogamia pra consumir corpos no escuro e fugir da inconveniência real do outro. Pura profilaxia afetiva. 🧶👇
16.02.2026 22:26 —
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O texto se chama "Morte lenta, chopp e a inconveniência dos outros". É um mergulho bem pessoal e visceral sobre meu último rompimento, sobre relacionamentos abusivos, traços autistas e as nossas tentativas de escapar do trauma criando "linhas de fuga" com a ajuda de amigos, gatos e algumas leituras.
15.02.2026 17:50 —
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13.02.2026 15:37 —
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Sustentar um relacionamento não é manter um cadáver em pé só porque temos pavor do luto
13.02.2026 15:32 —
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