O Arquivo de Metal e Carne: Temporalidades do Luto
A matemática fria do abandono e o direito à devastação. Um ensaio sobre afetos retrógrados, o peso do aço na pele e a ilusão amorosa que morre.
No meu novo ensaio no Substack, "O Arquivo de Metal e Carne", investigo como a autoficção opera como um contra-arquivo diante da frieza do descarte. Articulo a perda de 10kg e a autolesão controlada à política dos "afetos retrógrados" de Heather Love. augustomb.substack.com/p/o-arquivo-...
06.03.2026 22:33 —
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Espero ao fim de um ano, ter saído do luto desse relacionamento
06.03.2026 20:54 —
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Pensei cada vez que doer, eu me lembro como doeu a forma que ele me tratou
06.03.2026 20:53 —
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nossa eu preciso muito de um rito de passagem desse pra dar contorno as dores fantasmas mas também pra me livrar de dores físicas kkkkk
06.03.2026 19:25 —
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Dá para o gasto?
16.01.2026 18:12 —
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Já mostrei as tetas furadas pra vocês? Furei ontem. Ritual de passagem. Uma forma de cravar no corpo o fim de um relacionamento de dois anos que foi gigante, mas que acabou triste, turbulento e cheio de mãos lavadas. A dor física para dar contorno à dor fantasma.
06.03.2026 18:52 —
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Já mostrei as tetas furadas pra vocês? Furei ontem. Ritual de passagem. Uma forma de cravar no corpo o fim de um relacionamento de dois anos que foi gigante, mas que acabou triste, turbulento e cheio de mãos lavadas. A dor física para dar contorno à dor fantasma.
06.03.2026 18:52 —
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Qual delas tá melhor?
26.02.2026 14:53 —
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Dois anos
Dois anos reduzidos a uma lista de exigências físicas e práticas. O relato seco do dia em que a irresponsabilidade afetiva cobrou a conta e o luto exigiu distância.
O que sobra quando dois anos de relação terminam numa mensagem de texto que inverte a culpa?
No meu novo ensaio no Substack, escrevo sobre a anatomia de uma ruptura, o peso do gaslighting e o mito de que o afeto exige que você caiba numa fôrma.
06.03.2026 18:48 —
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Dois anos
Dois anos reduzidos a uma lista de exigências físicas e práticas. O relato seco do dia em que a irresponsabilidade afetiva cobrou a conta e o luto exigiu distância.
Hoje fariam dois anos. Mas o delírio acabou ontem.
Subi um texto novo no Substack: o registro clínico de um término vomitado na tela do celular e a matemática fria de quem reduz o afeto a um checklist de utilidades.
🔗 augustomb.substack.com/p/dois-anos
06.03.2026 18:47 —
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Sua não monogamia é libertadora ou é só um consumo de experiências? Terminar um relacionamento plural carrega um peso extra: a sociedade não te dá licença para chorar. Escrevi no Substack sobre luto, Teoria do Apego e a urgência da ética do cuidado.
04.03.2026 19:10 —
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Arquivos de um Corpo Infame: A Ética do Cuidado e a Base Segura
Quando o amor no plural esbarra no vazio: notas sobre teoria do apego e finais fora da norma.
A partir de uma conversa de WhatsApp e da frieza do abandono, recorro a Jessica Fern e Michel Foucault para transformar a dor desse "corpo infame" em linguagem. Quando o cuidado vira retaliação, escrever é o nosso maior ato de insubordinação contra o esquecimento.
04.03.2026 19:08 —
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O prédio da UFPR cheirava a fantasma. A pedra estilhaçou e o que sobrou corta os dedos. Texto novo no Substack sobre a órbita dos homens esburacados, o fracasso de narrar a dor de forma higienizada e a tentativa de preparar o corpo para a compersão.
01.03.2026 19:26 —
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Já usaram esse tipo de cueca (cueca fio dental)? É desafiador, mas depois acostuma...
01.03.2026 19:42 —
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trabalhado, mas...
01.03.2026 19:40 —
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Dica gente, esse texto é quase um conto erótico... tá bem picante, tem de tudo...
26.02.2026 15:01 —
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A primeira é o 🍑 e a segunda parece o caroço, amoooo ambas elementares 🥰🥺
acho que se tornou a releitura da capa de "todos os olhos"
26.02.2026 15:11 —
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Lindão
01.03.2026 19:36 —
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O prédio da UFPR cheirava a fantasma. A pedra estilhaçou e o que sobrou corta os dedos. Texto novo no Substack sobre a órbita dos homens esburacados, o fracasso de narrar a dor de forma higienizada e a tentativa de preparar o corpo para a compersão.
01.03.2026 19:26 —
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Que delícia
26.02.2026 15:07 —
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A primeira tem cor, textura, sabor e cheiro de 🍑
26.02.2026 14:59 —
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a segunda
26.02.2026 14:55 —
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20.02.2026 17:56 —
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Dica gente, esse texto é quase um conto erótico... tá bem picante, tem de tudo...
26.02.2026 15:01 —
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Qual delas tá melhor?
26.02.2026 14:53 —
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A não-monogamia muitas vezes esconde um latifúndio de negligência sob o disfarce da "liberdade". Para corpos neurodivergentes, o custo do mascaramento, do gaslighting e do descarte afetivo é brutal. Escrevi sobre obsolescência, luto e o esforço de usar a teoria para tentar amordaçar o coração.
26.02.2026 14:52 —
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Arquivo em carne viva
A carne rasgando o vazio para provar que ainda existo. O delírio erótico como tecnologia de sobrevivência, o luto e a urgência de atestar o corpo em carne viva.
O sistema falhou. Escrevi um relato em carne viva sobre luto, desintegração, afetos rápidos e a não monogamia como mero consumo neoliberal. Com ecos de Foucault, Butler e Brigitte Vasallo. O delírio como ferramenta de sobrevivência. Leia no Substack: augustomb.substack.com/p/arquivo-em...
21.02.2026 21:29 —
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20.02.2026 17:57 —
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20.02.2026 17:56 —
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De Hoje, ao acordar...
17.02.2026 20:23 —
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