Entre o medo do que está por vir e a dor do que já aconteceu, resta o movimento seco de quem precisa, apesar de tudo, buscar outro fôlego lá no Piauí.
youtu.be/aUjne9Bb9KI?...
O mundo está à beira do abismo, mas o abismo que realmente importa hoje é esse que se abriu entre a última mensagem que eu não respondi e o silêncio definitivo.
Por fora, a guerra acelera. Por dentro, o que há é o "sertão da solidão", um espaço vasto e mudo onde a política perde a voz.
O medo que Belchior descreve é geográfico e íntimo. Ele começa em Washington, Tel Aviv, Teerã, atravessa o Atlântico e termina no Ceará, dentro de casa.
A morte de uma amiga não cabe no jornalismo. É o "botão de cidade morta" que Belchior cantou, apertado sem aviso no começo da tarde. Existe uma desproporção obscena entre a escala do mundo e a escala do eu.
O bolsonarismo quis derrubar a democracia pelas redes… e acabou caindo no LinkedIn. LinkedIn!!! Ta bom de mudar esse “mindset”, né.
Da 25 de Março ao Buraco da Gia: Everybody hates Trump www.brasil247.com/blog/da-25-d...
Lula nunca será Lech Wałęsa tropical, por Sara Goes
jornalggn.com.br/opiniao/lula...
Em FEVEREIRO eu escrevi isso. Agora é dar um sabacu nesses nesse mói de vira-lata do Ceará que acha que ser parlamentar é adular genocida e vigiar fundo alheio.
'Entre selfies em Washington e prejuízos no Ceará: a era Trump vista por aqui' brasil247.com/blog/entre-s... via
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atitudepopular.com.br/enfraquecido...
queria ter um porta-voz igual os militares e o mercado, pra mandar indireta com alcance nacional: “entorno de sara avalia com preocupação os últimos movimentos” ou “pessoas próximas dizem que ela pode reagir”.
muito ruim ter que resolver meus problemas sozinha.
DELÍCIA
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Eu não sei se to vivendo ou apenas admirando os artigos do Aquiles
O bolsonarismo ainda decide quem entra, quem sai, quem se ajoelha e quem silencia. E Michelle está se preparando para ser seu rosto e sua espada em 2026.
Zé finim.✊
O bolsonarismo não sai de cena. Apenas muda de roupa. E quem atrapalha o novo figurino — como Wajngarten — é descartado. Michelle não é ruptura. É continuidade com verniz.
Júnior Mano foi expulso por apoiar um petista no Ceará. Segundo ele, Valdemar Costa Neto não queria tirá-lo, mas cedeu à pressão direta de Bolsonaro. Sim, o PL ainda é dele.
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Enquanto isso, o PL tenta se equilibrar. Parte da legenda fala em “desbolsonarização”, mas não ousa romper de fato com o clã. A expulsão de aliados moderados escancara o impasse.
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Ela é o rebranding do bolsonarismo. Um invólucro mais vendável, com estética cristã e discurso mais “controlado”. Mas a essência do projeto é a mesma — e, sim, funcional.
📎 Leia minha análise:
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Michelle vem se moldando à altura do projeto. Segundo a coluna de Bela Megale, ela tem moderado o discurso evangélico e evitado contrariar Bolsonaro, que pode lançá-la em 2026.
📎 www.brasil247.com/blog/michell...
A demissão, segundo apurações, não foi pedida por Michelle, mas serviu para demonstrar que quem mexe com o nome dela cai. Ela já tem poder suficiente para fazer cabeças rolarem.
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Wajngarten era mais do que fiel. Foi o operador da “normalização” de Bolsonaro, seu elo com a imprensa e com setores do mercado. Caiu após dizer que “preferia Lula” a Michelle.
📎 www.brasil247.com/brasil/pl-de...
🧵1. A demissão de Fábio Wajngarten do PL não é detalhe. É sinal de uma disputa real pelo controle do bolsonarismo pós-Bolsonaro — e Michelle está vencendo. Segue o fio sobre o novo núcleo duro do PL, a crise interna e o verniz de moderação:
💥 8
A esquerda precisa parar de ter medo de nominar o perigo.
Michelle não é uma peça menor. É pilar. É marca. É ameaça.
Não se combate guerra simbólica com silêncio.
Leiam. Compartilhem. E desconstruam com método.
✊
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7
A crítica à Michelle não é machismo. Machismo é tratar mulher como escudo simbólico. É usar o feminino como blindagem e depois gritar “misoginia” sempre que há crítica política.
6
Enquanto isso, mulheres de esquerda são atacadas até quando falam em regulação de redes sociais para proteger crianças.
Com Janja, a régua é outra.
www.brasil247.com/blog/tiktok-...
5
O 1º Seminário Nacional de Comunicação do PL, realizado com estardalhaço, contou com Michelle como embaixadora do novo marketing digital da extrema-direita.
É a professionalização do populismo moralista.
partidoliberalsp.com.br/1o-seminario...
4
Na imprensa, Michelle virou “possível sucessora”, “nova liderança”, “fenômeno espontâneo”.
Mas sua aparição em lives com Malafaia e reuniões estratégicas com a bancada feminina do PL mostram outra coisa:
Não é fenômeno. É planejamento.
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3
A transição de Michelle é milimetricamente guiada:
• antes, mulher de aparência “perfeita”, sempre ao lado do “mito”
• agora, evangélica sóbria, “ungida”, maternal e comedida
Ela troca o salto pela Bíblia. Mas o salto permanece — na política.
noticias.uol.com.br/politica/ult...