Clio Operária

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Nosso compromisso é inevitavelmente com a classe trabalhadora e todos os condenados da terra! Link para o site 👇🏾 https://www.cliooperaria.com/

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O Agente Secreto e o legado macabro da ditadura Para que nunca se esqueça, para que nunca mais aconteça.

Para que nunca mais aconteça, é preciso que nunca se esqueça.

📖 Leia o texto completo: www.cliooperaria.com/post/o-agent...

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na presença ostensiva e intimidatória da extrema-direita nas universidades e no cerceamento da liberdade de cátedra. É urgente entender como essa vigilância capilar se reatualiza e se naturaliza para que possamos, enfim, desarmar o passado.
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indicado em 4 categorias, espelha uma realidade histórica documentada: a da vigilância e perseguição da ditadura civil-militar nas universidades.

Mas o debate não para em 1977. ⚠️

Os fantasmas de 1964 ainda rondam o chão das instituições de ensino hoje, manifestando-se na militarização do ensino,👇🏾

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Poster de O Agente Secreto, e título "O Agente Secreto e o legado macabro da ditadura", por Ricardo Normanha, na Clio Operária

Na semana da premiação do Oscar, o @prof_ricardo.normanha, em seu novo artigo para a Revista Clio Operária, analisa como o filme de Kléber Mendonça Filho, O Agente Secreto,

Texto por: Ricardo Normanha

Acesse em: www.cliooperaria.com/post/o-agent...

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👀 prestando as devidas homenagens!

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155 anos de Rosa Luxemburgo: lições que permanecem! Em homenagem à Rosa Luxemburgo!

países subjugados por países dominantes, abolição da guerra e introdução de uma paz universal, igualdade e fraternidade entre as pessoas”.

Texto completo no site da Clio: www.cliooperaria.com/post/155-ano...

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Diria ainda, “o objetivo final, que brilha para a classe trabalhadora, assim como a internacional, é a completa abolição da exploração e da opressão de algumas pessoas sobre outras, a dominação de uns sobre outros, a humilhação dos pobres pelos ricos, da mulher pelo homem,
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e das forças imperialistas, temos apenas a revolução contra o capitalismo e as forças burguesas, e todas as estruturas que nascidas antes ou não, se desenvolveram dessa forma se alimentando e alimentando o próprio sistema.
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ela era jogada novamente, não por escolha, mas por ser a única alternativa.

Defensora incansável do socialismo, sendo hoje um resgate para não só manter nossas energias, mas para relembrar todo dia que para enfrentar a violência cotidiana, a violência genocida de forças policiais
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sofre com a expansão capitalista e com o sistema carcerário é o suficiente para deixá-la revoltada. Ela se sentia em casa em todos os lugares, mas tinha uma particular relação com sua gata Mimi, com campos floridos e com os mais diversos animais, ainda assim, não conseguia fugir da luta,
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Essa referência marca a história profundamente pelo seu amor direcionado de forma radical e solidária, mas também pelo seu ímpeto de lutar pela revolução e contra a classe dominante, que pega seus lucros enquanto nos mata.

A lágrima de um bisão mutilado, que assim como os pássaros e as pessoas
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Foto de Rosa Luxemburgo. "155 anos de Rosa Luxemburgo: lições que permanecem", por Marcos Morcego na Clio Operária!

155 anos de Rosa Luxemburgo, revolucionária que lutou pelo socialismo e pela libertação de todos os seres de qualquer opressão.

Texto de: Marcos Morcego @marcosmorcego.bsky.social

Acesse em: www.cliooperaria.com/post/155-ano...

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Nossa tarefa é deixar em evidência quem enfrentou o colonialismo, tensionou o eurocentrismo e refletiu sobre os sentidos da revolução de forma territorializada.

Acreditamos em leituras que abrem caminhos.

www.instagram.com/aberturaedit...

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Vozes da periferia, dos lutadores, do Sul, do campo e das múltiplas cores da nossa classe.

A editora nasce da iniciativa de seis pessoas: editores, militantes, tradutores, livreiros, pesquisadores e designers. Trabalhadores do livro – não proprietários –, que, a partir dessa doação de
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a fim de que eles exerçam uma função dialética no contexto das crises e das opressões.

Escolhemos, perante essa encruzilhada que se apresenta, trilhar os caminhos no sentido da luta antifascista e do marxismo periférico. Das vozes que foram negligenciadas e pouco ecoadas no país.
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A editora nasce da iniciativa de seis pessoas: editores, militantes, tradutores, livreiros, pesquisadores e designers. Trabalhadores do livro – não proprietários –, que, a partir dessa doação de trabalho coletivo e sem capital inicial, sustentam a convicção de que um catálogo pode ser construído a partir de um compromisso político, não com amplos recursos financeiros.

Não buscamos preencher lacunas, queremos deslocar o centro, trazer outras perspectivas, diversas e plurais. Nossa tarefa é deixar em evidência quem enfrentou o colonialismo, tensionou o eurocentrismo e refletiu sobre os sentidos da revolução de forma territorializada.

Acreditamos em leituras que abrem caminhos.

e o justiçamento de seus algozes, um projeto nacional popular e pautado na real materialização do mote da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade.

Para nós, “abertura” é um movimento, não um fim. Um processo de reelaboração dos valores,
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Para nós, “abertura” é um movimento, não um fim. Um processo de reelaboração dos valores, a fim de que eles exerçam uma função dialética no contexto das crises e das opressões. Escolhemos, perante essa encruzilhada que se apresenta, trilhar os caminhos no sentido da luta antifascista e do marxismo periférico. Das vozes que foram negligenciadas e pouco ecoadas no país. Vozes da periferia, dos lutadores, do Sul, do campo e das múltiplas cores da nossa classe.

um marco da guerra de classes no Sul Global e das lutas anticolonial e antirracista. Frente ao impasse posto pelo complexo cenário político na colônia de Santo Domingo, Toussaint foi a figura que apontou para uma saída que contemplava, além da libertação dos escravizados
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O nome Abertura é uma homenagem ao maior revolucionário das Américas, Toussaint L’Ouverture, líder do processo de libertação haitiano, um marco da guerra de classes no Sul Global e das lutas anticolonial e antirracista. Frente ao impasse posto pelo complexo cenário político na colônia de Santo Domingo, Toussaint foi a figura que apontou para uma saída que contemplava, além da libertação dos escravizados e o justiçamento de seus algozes, um projeto nacional popular e pautado na real materialização do mote da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade.

por que ainda insistem em abordá-lo sempre a partir das mesmas vozes? Nosso projeto é um gesto de abertura política editorial e não pedimos licença para existir.

O nome Abertura é uma homenagem ao maior revolucionário das Américas, Toussaint L’Ouverture, líder do processo de libertação haitiano,
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A Abertura Editorial nasce do incômodo com os silêncios da história.

Se o marxismo foi atravessado pelo Sul Global, se suas ideias mais vibrantes emergiram de lutas anticoloniais, revoluções traídas e teóricos afastados do centro, por que ainda insistem em abordá-lo sempre a partir das mesmas vozes?
Nosso projeto é um gesto de abertura política editorial e não pedimos licença para existir.

(Link da nossa rede social ao final!)

A Abertura Editorial nasce do incômodo com os silêncios da história.

Se o marxismo foi atravessado pelo Sul Global, se suas ideias mais vibrantes emergiram de lutas anticoloniais, revoluções traídas e teóricos afastados do centro,
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Que orgulho ver nossos camaradas se expandindo por projetos radicais e fundamentais! 🔥❤️

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E a Fátima que chegou com esse textaço, fundamental lllll

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Feminicídio, capitalismo e emancipação: A resistência exige teoria, organização e estratégia Transformar medo e raiva em organização e resistência é urgente.

Não há emancipação possível sem enfrentar o capital, o patriarcado e a lógica que naturaliza a posse sobre nossos corpos e vidas.

Acesse em: www.cliooperaria.com/post/feminic...

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Como nos lembra Alexandra Kollontai, sem independência material, rede pública robusta, trabalho protegido e organização coletiva, o “denuncie” vira palavra vazia. Violência de gênero é estrutural, e exige resposta estrutural.

Transformar medo em organização é urgente.
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Imagem de ato das mulhares, texto: feminicídio, capitalismo e emancipação: A resistência exige teoria, organização e estratégia. Por Fátima Machado em Clio Operária

4 mulheres assassinadas por dia em 2025. Isso não é desvio, não é exceção, não é “drama individual”. É estrutura. É a forma como a crise social se inscreve nos corpos das mulheres, sobretudo das trabalhadoras e periféricas.

Texto de: Fátima Machado

Acesse em: www.cliooperaria.com/post/feminic...
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Ato: A vitória dos rios! O movimento continua! Local: Praça Roosevelt, dia 24/02 às 17h DEFENDA AS ÁGUAS Ato: a vitória dos rios! O movimento continua! Ainda há atod por todo o país,  não desmobilize. Procure as organizações locais!

A mobilização continua, em São Paulo: na Praça Roosevelt 17h 24/02

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A mobilização continua!

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Ato em defesa dos rios! 24/02 às 17h na Praça Roosevelt!
Defenda as águas contra a Cargill! Pela revogação do decreto 12.600

O ato em São Paulo acontece dia 24/02 às 17h na Praça Roosevelt!

Bora nessa luta em solidariedade com a galera que está no segundo mês, ocupando e retomando onde está a Cargill em Belém! Contra a dragagem dos rios, contra a privatização e pela revogação do decreto 12.600

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1 month ago
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Pedagogia da folia: educação, emancipação e direito à cidade O carnaval como emancipação.

ensinam cidadania na prática e atuam como antídoto contra a barbárie institucional.

Porque, como alerta a canção, "melhor é o poder devolver pra esse povo a alegria... se não todo mundo vai sambar no dia em que o morro descer e não for carnaval".

Leia: www.cliooperaria.com/post/pedagog...

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1 month ago

No novo artigo para a Revista Clio Operária, Ricardo Normanha apresenta a "Pedagogia da Folia". Do pensamento de Henri Lefebvre aos versos proféticos de Wilson das Neves, o texto discute como os blocos de rua subvertem a lógica neoliberal,
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