Ciência de dados na botânica: pesquisador da UFPR cria ferramenta para mapear a flora brasileira
Há séculos, cientistas se empenham em catalogar os seres vivos de modo sistemático. Em 1753, por exemplo, o sueco Carl Linnaeus consolidou o método binomial, que nomeia toda espécie com duas palavras em latim e é usado até hoje. Mas, a cada expedição, a tarefa se tornava mais complexa, fosse pela dificuldade de acessar amostras, fosse pela quantidade crescente de dados acumulados. Uma virada começou a se desenhar há aproximadamente três décadas, com os avanços tecnológicos que transformaram o modo de coletar, organizar e compartilhar informações. Hoje, qualquer pessoa pode acessar catálogos de espécies e contribuir com eles.
Ciência de dados na botânica: pesquisador da UFPR cria ferramenta para mapear a flora brasileira
Há séculos, cientistas se empenham em catalogar os seres vivos de modo sistemático. Em 1753, por exemplo, o sueco Carl Linnaeus consolidou o método binomial, que nomeia toda espécie com duas palavras…
26.02.2026 21:31 —
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Ecologia de Estradas: como a ciência busca frear o atropelamento de fauna no Brasil
Por décadas, o progresso foi medido em quilômetros pavimentados. No Brasil, entre 1960 e 1980, a malha rodoviária federal saltou de 8,6 mil quilômetros para quase 48 mil quilômetros, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (CNT). Mas o crescimento, que consolidou o modelo rodoviarista brasileiro, fragmentou habitats e transformou o asfalto em uma das principais causas de mortalidade da fauna silvestre. Um estudo publicado em 2022 no periódico Diversity, focado em biodiversidade, estima que 1,3 milhão de animais morrem todos os anos em colisões nas estradas brasileiras. Mas a ciência está de olho nesse impasse.
Ecologia de Estradas: como a ciência busca frear o atropelamento de fauna no Brasil
Por décadas, o progresso foi medido em quilômetros pavimentados. No Brasil, entre 1960 e 1980, a malha rodoviária federal saltou de 8,6 mil quilômetros para quase 48 mil quilômetros, segundo o Conselho Nacional de…
26.02.2026 19:26 —
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Tartarugas gigantes retornam à Ilha Floreana após mais de 150 anos e marcam nova etapa de restauração ecológica nas Galápagos
Após mais de 150 anos de ausência, tartarugas gigantes voltaram a percorrer a Ilha Floreana, no arquipélago das Ilhas Galápagos. Entre os dias 20 e 24 de fevereiro de 2026, 158 juvenis foram reintroduzidos como parte do Floreana Ecological Restoration Project, uma das mais amplas iniciativas de restauração já realizadas em uma ilha habitada na região. Os animais, com idades entre aproximadamente 7 e 15 anos, são descendentes geneticamente ligados à linhagem original da tartaruga de Floreana, considerada extinta desde o século XIX em razão da caça intensiva — especialmente por baleeiros — e da introdução de espécies invasoras.
Tartarugas gigantes retornam à Ilha Floreana após mais de 150 anos e marcam nova etapa de restauração ecológica nas Galápagos
Após mais de 150 anos de ausência, tartarugas gigantes voltaram a percorrer a Ilha Floreana, no arquipélago das Ilhas Galápagos. Entre os dias 20 e 24 de fevereiro de 2026,…
26.02.2026 15:13 —
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Manejo de Impacto Reduzido na Amazônia garante estoque de carbono e recuperação da floresta, aponta estudo de 30 anos
Uma pesquisa inédita, que acompanhou áreas da Amazônia por três décadas, trouxe evidências robustas de que o Manejo Florestal com Exploração de Impacto Reduzido (MF-EIR) não é apenas uma alternativa econômica, mas uma ferramenta vital no combate às mudanças climáticas. Diferente da exploração convencional, as técnicas de baixo impacto permitem que a floresta recupere sua biomassa e continue estocando carbono a longo prazo. Publicado no Journal of Environmental Management, o estudo foi coordenado pelo professor Edson Vidal, da Esalq-USP, e monitorou áreas no município de Paragominas (PA) entre 1993 e 2023.
Manejo de Impacto Reduzido na Amazônia garante estoque de carbono e recuperação da floresta, aponta estudo de 30 anos
Uma pesquisa inédita, que acompanhou áreas da Amazônia por três décadas, trouxe evidências robustas de que o Manejo Florestal com Exploração de Impacto Reduzido (MF-EIR) não é…
25.02.2026 17:09 —
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Fogo e gado aliados da conservação? Estudo revela como o manejo ativo salva os campos do Cerrado
Entre 2015 e 2022, a equipe da engenheira florestal Giselda Durigan, do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) do estado de São Paulo, ateou fogo uma vez por ano a campos abertos de Cerrado na Estação Ecológica de Santa Bárbara, no oeste paulista. Embora a vegetação desse ecossistema seja adaptada às chamas, raramente ela é exposta a queimadas intensas com essa frequência. Mesmo assim, as gramíneas nativas sobreviveram e o campo se tornou mais denso, como descrito em artigo publicado em dezembro de 2025 na revista Journal of Applied Ecology.
Fogo e gado aliados da conservação? Estudo revela como o manejo ativo salva os campos do Cerrado
Entre 2015 e 2022, a equipe da engenheira florestal Giselda Durigan, do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) do estado de São Paulo, ateou fogo uma vez por ano a campos abertos de Cerrado na Estação…
23.02.2026 19:09 —
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Flor-de-Carajás: estudo revela como espécie ameaçada ajusta seu ciclo de vida ao microclima
Ameaçada de extinção e com ocorrência restrita ao Pará, a flor-de-Carajás (Ipomoea cavalcantei) ajusta suas taxas de crescimento e fecundidade de acordo com as condições microclimáticas do ambiente. É o que aponta um estudo publicado na revista New Phytologist nesta quinta-feira (12). O achado, que é fruto de uma colaboração entre o Instituto Tecnológico Vale e diversas instituições brasileiras, como a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), pode orientar planos de conservação para essa e outras espécies endêmicas. A equipe acompanhou populações naturais da flor-de-Carajás em duas áreas distintas de cangas (afloramentos de rochas ferruginosas) na Floresta Nacional de Carajás, no sudeste do Pará: a canga aberta, marcada por altos níveis de radiação, alta incidência de luz e temperaturas elevadas, e a canga arbustiva, com condições climáticas mais amenas.
Flor-de-Carajás: estudo revela como espécie ameaçada ajusta seu ciclo de vida ao microclima
Ameaçada de extinção e com ocorrência restrita ao Pará, a flor-de-Carajás (Ipomoea cavalcantei) ajusta suas taxas de crescimento e fecundidade de acordo com as condições microclimáticas do ambiente. É o que…
12.02.2026 13:45 —
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STF impõe novos prazos e cobra eficiência do Ibama e Funai no combate ao desmatamento
O Supremo Tribunal Federal (STF) apertou o cerco contra o desmatamento na Amazônia Legal. Em audiência de monitoramento da ADPF 760, realizada nesta terça-feira (10), o ministro André Mendonça determinou uma série de novos prazos e obrigações para que órgãos federais, como Ibama, Funai e CGU, aumentem a eficiência na proteção da floresta. A decisão ocorre no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 760, que obriga a União a reduzir o desmatamento para 3.925 km² anuais até 2027 e zerar a devastação até 2030. Embora o Ministério do Meio Ambiente tenha apresentado dados positivos — uma redução de 50% no desmatamento em 2025 comparado a 2022, evitando a emissão de quase 650 milhões de toneladas de gases de efeito estufa —, o ministro considerou os avanços "insuficientes" diante da complexidade do desafio.
STF impõe novos prazos e cobra eficiência do Ibama e Funai no combate ao desmatamento
O Supremo Tribunal Federal (STF) apertou o cerco contra o desmatamento na Amazônia Legal. Em audiência de monitoramento da ADPF 760, realizada nesta terça-feira (10), o ministro André Mendonça determinou uma…
11.02.2026 21:01 —
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Estudo da Esalq-USP revela perda de 1,4 bilhão de toneladas de carbono do solo pela agricultura no Brasil
A conversão dos biomas nativos brasileiros em áreas de agricultura resultou na perda estimada de 1,4 bilhão de toneladas de carbono do solo. Essa quantidade, calculada com base em dados coletados por estudos realizados nos últimos 30 anos, equivale à emissão de 5,2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) equivalente, unidade de medida usada para padronizar a emissão de diferentes gases de efeito estufa. A conclusão é de um estudo publicado na revista Nature Communications por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), da Embrapa Agricultura Digital e da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
Estudo da Esalq-USP revela perda de 1,4 bilhão de toneladas de carbono do solo pela agricultura no Brasil
A conversão dos biomas nativos brasileiros em áreas de agricultura resultou na perda estimada de 1,4 bilhão de toneladas de carbono do solo. Essa quantidade, calculada com base em dados…
11.02.2026 19:10 —
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Pau d’olinho: estudo da UFMG e Unimontes explica por que essa nativa se torna invasora em áreas degradadas
Solos degradados, sementes enterradas e a ação de insetos ajudam a explicar por que o pau d’olinho (Copaifera oblongifolia) se comporta como invasora em áreas alteradas pelo ser humano, dominando pastagens e beiras de estrada. Em estudo publicado na revista científica Tropical Ecology, pesquisadores mostraram que a espécie nativa do cerrado tira proveito de filtros do solo e da pressão de pragas para se espalhar com rapidez, ao contrário da copaíba-pau-d’óleo (Copaifera langsdorffii), sua parente arbórea, que mantém distribuição mais estável. O trabalho, intitulado Germination and initial growth of native plants potentially invasive under edaphic and biotic filters, foi conduzido pelos pesquisadores Walisson Kenedy-Siqueira, da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Geraldo Wilson Fernandes (UFMG) e Marcílio Fagundes (Unimontes), que investigaram o chamado “nicho de germinação” dessas duas espécies.
Pau d’olinho: estudo da UFMG e Unimontes explica por que essa nativa se torna invasora em áreas degradadas
Solos degradados, sementes enterradas e a ação de insetos ajudam a explicar por que o pau d’olinho (Copaifera oblongifolia) se comporta como invasora em áreas alteradas pelo ser humano,…
10.02.2026 18:57 —
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Pantanal em crise: bioma aquece 60% mais que a média nacional e enfrenta seca histórica
A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o Pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais – da Amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao Pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível. Mas ela é mais acentuada no Pantanal, que se estende por aproximadamente 150 mil quilômetros quadrados (km²), 1,8% do território nacional.
Pantanal em crise: bioma aquece 60% mais que a média nacional e enfrenta seca histórica
A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o Pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade…
09.02.2026 16:12 —
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Do ciclo da exploração à bioeconomia: Povo Gavião ressignifica a extração de látex em Rondônia
Na Terra Indígena (TI) Igarapé Lourdes, em Rondônia, membros da comunidade se reúnem para ouvir a palavra de José Palahv Gavião. Professor e líder da cooperativa local, ele fala sobre o passado e o futuro da borracha na Amazônia. O látex extraído do maior bioma brasileiro foi uma commodity de grande importância no século 19 e no início do século seguinte. Para o povo indígena Gavião, no entanto, a antiga febre pelo produto natural também foi sinônimo de violência, exploração e sofrimento. Nos dias de hoje, a comunidade busca ressignificar essa relação.
Do ciclo da exploração à bioeconomia: Povo Gavião ressignifica a extração de látex em Rondônia
Na Terra Indígena (TI) Igarapé Lourdes, em Rondônia, membros da comunidade se reúnem para ouvir a palavra de José Palahv Gavião. Professor e líder da cooperativa local, ele fala sobre o passado e o…
05.02.2026 23:14 —
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GHG Protocol lança padrão global de contabilidade de carbono para o setor de uso da terra
O GHG Protocol anunciou o lançamento do seu novo Land Sector and Removals (LSR) Standard, um padrão inédito que estabelece, pela primeira vez, uma metodologia global para que empresas possam quantificar, relatar e monitorar emissões de gases de efeito estufa (GEE) e remoções de CO₂ associadas ao setor de uso da terra. O novo padrão representa um avanço relevante na contabilidade de carbono corporativa, especialmente para atividades relacionadas à agricultura, florestas, alimentos, fibras, bioenergia e soluções climáticas naturais. O que é o GHG Protocol e por que ele é referência global…
GHG Protocol lança padrão global de contabilidade de carbono para o setor de uso da terra
O GHG Protocol anunciou o lançamento do seu novo Land Sector and Removals (LSR) Standard, um padrão inédito que estabelece, pela primeira vez, uma metodologia global para que empresas possam quantificar,…
03.02.2026 14:13 —
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As árvores não mentem: dendrocronologia revela extremos climáticos inéditos na Amazônia
No ano de 2024, a Amazônia sentiu os efeitos de uma das piores estiagens, se não a pior, de sua história. O nível do Rio Amazonas atingiu 12,68 metros, o menor índice desde que as medições começaram a ser feitas no porto de Manaus, em 1902. Foi ainda pior que a de 2023, quando as altas temperaturas do Lago Tefé causaram a mortandade de botos. Pesquisador analisa anéis de crescimento de um mogno (Swietenia spp.). Foto: Peter Groenendyk. Impulsionada pela intensificação dos fenômenos El Niño e La Niña, que alteram as temperaturas da superfície dos oceanos e interferem na circulação atmosférica, além do notório desmatamento, estaria a região da bacia hidrográfica do Amazonas secando como um todo?
As árvores não mentem: dendrocronologia revela extremos climáticos inéditos na Amazônia
No ano de 2024, a Amazônia sentiu os efeitos de uma das piores estiagens, se não a pior, de sua história. O nível do Rio Amazonas atingiu 12,68 metros, o menor índice desde que as medições começaram a ser…
03.02.2026 12:05 —
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Campos naturais: a “floresta invertida” onde plantas do tamanho de um palmo têm mais de 100 anos
No interior do Estado de São Paulo, em uma clareira remota do Cerrado sudestino, há arbustos, raríssimas árvores baixinhas, erva e capim – muito capim. Sob o céu limpo e azul, a vegetação se estende por quilômetros, e dificilmente passa da altura do joelho. “E o que tem nesse lugar?”, alguém pergunta. Depois de uma pausa, vasculhando com os olhos à procura de alguma coisa, é provável que você responda: “Nada”. Nada mais distante da realidade. Agora, cientistas estão descobrindo que essas paisagens aparentemente vazias na verdade são muito mais ricas e diversas do que se imaginava.
Campos naturais: a “floresta invertida” onde plantas do tamanho de um palmo têm mais de 100 anos
No interior do Estado de São Paulo, em uma clareira remota do Cerrado sudestino, há arbustos, raríssimas árvores baixinhas, erva e capim – muito capim. Sob o céu limpo e azul, a vegetação se estende…
02.02.2026 12:38 —
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O “deserto verde” no Cerrado: avanço do eucalipto seca nascentes e expulsa pequenos produtores
Para quem olha de longe, o verde intenso das plantações de eucalipto no Mato Grosso do Sul pode parecer um sinal de vigor econômico e natureza preservada. Mas para Adilso Cruz, um pequeno fazendeiro de 46 anos do assentamento Alecrim, essa paisagem esconde uma realidade árida e silenciosa. Onde antes corriam riachos o ano todo, hoje sobra apenas o leito seco e a poeira. O "boom" do eucalipto, que prometia desenvolvimento, está bebendo a água do Cerrado e, com ela, a esperança de quem vive da terra. A transformação da paisagem e o bolso do produtor…
O “deserto verde” no Cerrado: avanço do eucalipto seca nascentes e expulsa pequenos produtores
Para quem olha de longe, o verde intenso das plantações de eucalipto no Mato Grosso do Sul pode parecer um sinal de vigor econômico e natureza preservada. Mas para Adilso Cruz, um pequeno fazendeiro de…
31.01.2026 13:05 —
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Com 385 milhões de anos, floresta mais antiga do mundo fica em um lugar inusitado
Pesquisadores das universidades de Binghamton e Cardiff confirmaram a descoberta da floresta mais antiga do mundo em uma pedreira abandonada em Cairo, no estado de Nova York, a cerca de duas horas da metrópole. Com idade estimada em 385 milhões de anos, o ecossistema fossilizado supera em 5 milhões de anos o recordista anterior, localizado em Gilboa. A descoberta, publicada na revista Current Biology, não representa apenas um marco arqueológico, mas uma ferramenta estratégica para a economia verde contemporânea. O local abriga vestígios da espécie extinta Archaeopteris, caracterizada por raízes lenhosas que atingiam até 11 metros de extensão e copas de 40 metros de altura.
Com 385 milhões de anos, floresta mais antiga do mundo fica em um lugar inusitado
Pesquisadores das universidades de Binghamton e Cardiff confirmaram a descoberta da floresta mais antiga do mundo em uma pedreira abandonada em Cairo, no estado de Nova York, a cerca de duas horas da metrópole. Com…
30.01.2026 22:25 —
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“Expulsão por sufocamento”: estudo da USP revela como a soja e agrotóxicos esvaziam o Baixo Tapajós
Plantações de soja, agrotóxicos e grilagem de terras na Amazônia brasileira: esse é o cenário. Em meio ao vasto território, existe um mito de a região florestal estar vazia, apesar de os povos tradicionais tentarem manter suas formas de vida. Por 18 meses de estudo etnográfico, Fabio Zuker, pesquisador da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP investigou a expulsão por sufocamento no Baixo Tapajós devido ao uso de glifosato em plantações de soja de terras griladas. Os casos ilustram dificuldades respiratórias, alimentares e econômicas como formas de expulsar indígenas, quilombolas e ribeirinhos de suas terras.
“Expulsão por sufocamento”: estudo da USP revela como a soja e agrotóxicos esvaziam o Baixo Tapajós
Plantações de soja, agrotóxicos e grilagem de terras na Amazônia brasileira: esse é o cenário. Em meio ao vasto território, existe um mito de a região florestal estar vazia, apesar de os povos…
28.01.2026 13:12 —
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Revolução na construção: cientistas criam madeira superforte que pode substituir o aço
A madeira sustentável, apesar de ser ecológica e econômica, tem resistência à tração relativamente baixa, o que limita suas aplicações. No entanto, uma nova técnica de autodensificação, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Nanquim, na China, promete criar uma madeira superforte. As fibras de madeira, compostas por celulose e lignina, formam tubos ocos, conhecidos como lúmens, que enfraquecem o material. A técnica proposta busca superar essa limitação. A pesquisa sobre a nova técnica está publicada Journal of Bioresources and Bioproducts. Como funciona o processo O processo começa com a fervura da madeira em uma mistura de hidróxido de sódio e sulfito de sódio, removendo parte da lignina.
Revolução na construção: cientistas criam madeira superforte que pode substituir o aço
A madeira sustentável, apesar de ser ecológica e econômica, tem resistência à tração relativamente baixa, o que limita suas aplicações. No entanto, uma nova técnica de autodensificação, desenvolvida por…
28.01.2026 12:06 —
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