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Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades | FEA-USP

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A dívida pública aumenta a desigualdade? Efeitos do Déficit Primário e dos Juros Nominais sobre a Participação dos Trabalhadores na Renda Agregada (2002-2019) — Made Esta nota investiga os impactos da dívida pública federal sobre  parcela salarial da renda no Brasil, no período de 2002 a 2019. Replicando o modelo de Canale e De Siano (2024) para o Brasil, estimamo...

Leia mais na NPE 084 “A dívida pública aumenta a desigualdade? Efeitos do Déficit Primário e dos Juros Nominais sobre a Participação dos Trabalhadores na Renda Agregada (2002-2019)”, de Clara Brenck e Daniel Stumm: madeusp.com.br/publicacoes/...

06.02.2026 15:14 — 👍 2    🔁 1    💬 0    📌 0

Para estabilizar a dívida pública sem sacrificar emprego e renda é crucial reduzir o custo com juros (por meio da taxa básica e da composição da dívida, por exemplo) e preservar o espaço para gastos primários que geram emprego e melhoram a distribuição de renda.

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Em contraste, choques que ampliam o déficit primário (ou reduzem o superávit) estão associados a uma queda do desemprego e a uma melhora na participação dos salários na renda.

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Este aumento opera principalmente por meio do canal do desemprego: choques positivos no pagamento de juros nominais, em proporção ao PIB, elevam a taxa de desocupação, o que comprime o poder de barganha dos trabalhadores e reduz a participação dos trabalhadores na renda agregada.

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Os resultados indicam que um aumento do déficit nominal reduz a parcela salarial na renda, efeito majoritariamente explicado pelo componente de pagamento de juros nominais.

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A dívida pública aumenta a desigualdade? Diante da trajetória crescente nos últimos anos, estudo do Made investiga impactos da dívida sobre a parcela salarial da renda no Brasil.

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Knowledge capital accumulation, household student debt, and the labor share in the social product: Evidence from the United States — Made This paper analyzes the dynamic relationships among knowledge capital accumulation—measured by the share of the population completing college—household student indebtedness, and the functional distrib...

Assinado por Marina Sanches, Gustavo Serra e Gilberto Tadeu Lima, o estudo é apresentado em dois formatos:
Working Paper (WP 035): madeusp.com.br/publicacoes/...
Nota de Política Econômica (NPE 083): madeusp.com.br/publicacoes/...

28.01.2026 20:41 — 👍 2    🔁 1    💬 0    📌 0

É importante prevenir o endividamento estudantil excessivo e, também, apoiar o crescimento dos salários reais. Por exemplo, pela expansão do acesso à educação superior pública e pelo fortalecimento da negociação coletiva e o aumento do salário mínimo.

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Isso indica a necessidade de políticas de estímulo à demanda agregada (como políticas redistributivas de renda) e de maior poder de barganha dos trabalhadores para que esses ganhos se traduzam em maiores salários reais e níveis de emprego.

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Os resultados mostram que os ganhos de produtividade do trabalho sozinhos não asseguram maiores salários reais ou investimento em capital de conhecimento.

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O estudo testa empiricamente as hipóteses de que o aumento da dívida estudantil enfraquece o poder de barganha dos trabalhadores no conflito distributivo em torno da renda agregada, enquanto a acumulação de capital de conhecimento pode contrabalançar esse efeito.

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Qual a relação entre Educação Superior, dívida estudantil e participação dos trabalhadores na renda agregada? É o que novo estudo do Made busca responder, com base em dados dos Estados Unidos no período de 2003 a 2019.

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Os impactos da alta taxa de juros no Brasil e o entrave para o crescimento econômico Seja pelo efeito negativo sobre o investimento ou pelo impacto sobre o endividamento público, esse fenômeno é constantemente debatido

Leia a reportagem do Jornal da USP: jornal.usp.br/radio-usp/os...

27.01.2026 20:22 — 👍 1    🔁 1    💬 0    📌 0

Já o aumento da meta de inflação (de 3% para 5%) e a redução da volatilidade do câmbio para níveis como o do Chile (uma realidade relativamente próxima à nossa) gerariam uma queda de 2% - bem mais significativa.

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Por exemplo, um aumento da poupança doméstica (corte de gastos do governo) de cerca de dois pontos percentuais do PIB geraria uma queda de juros reais de apenas 0,5%. “Essa é uma queda relativamente pequena, considerando o esforço envolvido”, avalia Klein.

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Afinal, por que os juros são tão altos no Brasil? — Made O estudo investiga por que os juros reais são tão elevados e persistentes no Brasil, atualizando o modelo de Segura-Ubiergo (2012) com dados anuais de 15 países entre 1996 e 2019 e incorporando novos ...

Klein é autor do da NPE 082 do Made – “Afinal, por que os juros são tão altos no Brasil?” – que, além de explicar as principais causas, também realiza projeções de política econômica e seus efeitos sobre os juros. madeusp.com.br/publicacoes/...

27.01.2026 20:22 — 👍 1    🔁 1    💬 1    📌 0

O Jornal da USP conversou com Guilherme Klein, pesquisador do Made, a fim de entender por que os juros são tão altos no Brasil. Em sua análise, três fatores ganham destaque na explicação do fenômeno: volatilidade da inflação e do câmbio e meta de inflação baixa.

27.01.2026 20:22 — 👍 3    🔁 1    💬 1    📌 0
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O que é um Orçamento Sensível a Gênero e os desafios do Brasil para adotá-lo — Made A presente nota discute o conceito de Orçamento Sensível ao Gênero (OSG), apresentando três experiências internacionais (Austrália, África do Sul e Equador) e duas experiências municipais. No caso bra...

“What is a Gender-Sensitive Budget and Brazil’s challenges in adopting it” was written by Larissa Rosa, Clara Brenck, and Bernardo Campolina, and it’s available in English and Portuguese at madeusp.com.br/publicacoes/....

22.01.2026 18:21 — 👍 0    🔁 0    💬 0    📌 0

This dynamic creates distance between the State and a welfare-oriented agenda. Commonly, the State favors market expectations of performance instead of prioritizing social spending.

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When it comes to challenges, the macroeconomic framework in itself acts as a constraint on budgets that are responsive to gender and racial issues, as it positions the State as a mediator among investors.

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There have been experiences with GSB in Australia, South Africa, and Ecuador. In Brazil, only at the municipal level, in Recife and in Belo Horizonte – the country has not yet adopted a Gender-Sensitive Budget at the federal level.

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The GSB advocates that the transversality of these inequalities needs to be consistently incorporated into government ministries, secretariats, and agendas, extending across all the political sphere

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With a focus on reducing inequalities, a GSB also enables a broader perspective in the allocation of public resources, bringing visibility to ethnic and racial minorities and other marginalized groups.

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The GSB seeks to evaluate all public policies and budget elements for their impacts on gender inequalities, using this criterion as a guide for building the budget and its components.

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What is Gender-Sensitive Budget (GSB)? A study conducted by Made that discusses the challenges Brazil faces in adopting it has just been translated into English.

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"Uma política de gênero não é separada da política de renda. A dívida, as receitas e despesas do país não estão separados da esfera social, porque isso também afeta a economia. Por isso, tem que ser considerada na gestão do orçamento e equilíbrio das contas", completa Clara.

16.01.2026 12:21 — 👍 1    🔁 1    💬 0    📌 0

Integrar políticas públicas e pensar transversalmente, com um orçamento sensível ao gênero é fundamental para a redução da violência de gênero.

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"Se não há execução orçamentária, significa que o recurso não chega para que a política pública [de combate à violência de gênero] seja implementada. Isso tem consequências graves, pois acaba transferindo para a esfera privada a questão da proteção contra a violência de gênero."

16.01.2026 12:21 — 👍 1    🔁 1    💬 1    📌 0

"Impedir a violência é o maior desafio. Isso passa por uma mudança de pensamento sobre os papéis sociais, e a política pública é capaz de influenciar essa percepção do que é justo ou válido!, afirma Clara Brenck.

16.01.2026 12:21 — 👍 1    🔁 1    💬 1    📌 0

Em 2024, o Brasil atingiu o mais alto número de feminicídios da série histórica. Um relatório do Fórum Brasileiro de Segurança ainda mostrou que 37,5% das mulheres haviam sido agredidas em 2024, desde ameaças a casos de estupro e espancamentos.

16.01.2026 12:21 — 👍 1    🔁 1    💬 1    📌 0

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