Cenário da comunicação política muda em 2026
1/7 📺 ➡️ 📱 Pela primeira vez na série da Quaest, as redes sociais (39%) superaram a TV (34%) como fonte de informação política. Com os dados, produzi o que chamo de "escala de intensidade digital e tradicional". Segue 👇 @quaestpesquisa.bsky.social
23.01.2026 21:04 — 👍 8 🔁 2 💬 1 📌 0
Cenas repetidas de um cotidiano naturalizado.
Exemplo que nao se encerra no trânsito. Está em quase tudo e isso explica em parte o que somos.
24.01.2026 11:11 — 👍 5 🔁 0 💬 0 📌 0
O Rio é uma cidade em que os códigos mínimos de convivência foram subvertidos (e tá tudo bem?).
Sinal de trânsito fechado. Pedestre com o pé na faixa. Motociclista fura o sinal. O pedestre reclama. Motociclista para a moto e ameaça o pedestre. + (imagem ilustrativa)
24.01.2026 11:11 — 👍 6 🔁 0 💬 1 📌 0
7/7 🏁 Conclusão: 2026 será a eleição do modelo híbrido. Quem apostar só no digital ou só no analógico terá problemas. O desafio será dialogar com eleitores que são "digitais, mas nem tanto", como os Independentes. Ou que são ideológicos, mas nem tanto digitais. 🏛️🇧🇷
23.01.2026 21:04 — 👍 5 🔁 1 💬 1 📌 0
6/7 🗺️ O Mapa do consumo: a Direita está melhor posicionada na escala intensidade digital hoje. Já os "Lulistas" raiz ainda são muito ligados à TV (tradicionais). No centro do gráfico, Independentes, Esquerda Nao Lulista e Bolsonaristasm ainda oscilam entre o híbrido e o digital. 📊
23.01.2026 21:04 — 👍 3 🔁 1 💬 1 📌 0
5/7 🔄 O enrijecimento das preferências: As redes sociais estimulam o consumo hipersegmentado. Isso cria um círculo vicioso: o eleitor se informa apenas com quem concorda, tornando muito mais difícil para um candidato mobilizar alguém a mudar de lado.🗿
23.01.2026 21:04 — 👍 4 🔁 1 💬 1 📌 0
4/7 ⚖️ O fiel da balança: O grupo dos "Independentes" é onde a eleição pode se decidir. Hoje, eles percebem mais notícias negativas (45%) do que positivas (19%). Em um mundo de abundância informativa, furar a bolha desse grupo é o desafio estratégico de qualquer candidato. 🎯
23.01.2026 21:04 — 👍 3 🔁 1 💬 1 📌 0
3/7 🎭 A pesquisa mostra tb que a percepção do governo Lula é um espelho da divisão ideológica. Lulistas veem notícias positivas (62%); Bolsonaristas só negativa (76%). Na Ciência Política, chamamos isso de viés de confirmação: a gente consome o que reforça o que acreditamos. 🧠
23.01.2026 21:04 — 👍 7 🔁 3 💬 1 📌 1
2/7 🔍 Os dados mostram que saímos de um modelo de "massa" (TV) para um modelo de "algoritmo" (Redes). Isso exige que as forças políticas se adaptem mais ainda à linguagem muito mais veloz e segmentada para serem vistas nesse ambiente. ⚡
23.01.2026 21:04 — 👍 4 🔁 1 💬 1 📌 0
Cenário da comunicação política muda em 2026
1/7 📺 ➡️ 📱 Pela primeira vez na série da Quaest, as redes sociais (39%) superaram a TV (34%) como fonte de informação política. Com os dados, produzi o que chamo de "escala de intensidade digital e tradicional". Segue 👇 @quaestpesquisa.bsky.social
23.01.2026 21:04 — 👍 8 🔁 2 💬 1 📌 0
Participei hoje do progama "Os Três Poderes" da Veja+ (a tv da Revista Veja).
Discutimos os dados da última Quaest presidencial. Potencial de voto, rejeição, disputas na direita, polarização...
16.01.2026 16:02 — 👍 2 🔁 0 💬 0 📌 0
Para além da deepfake: como a IA afeta as democracias
1/8 🧵 As eleições de 2026 serão um teste para a democracia brasileira diante da popularização da Inteligência Artificial. Mas esqueça os robôs de ficção científica: o perigo real é mais sutil. Entenda como a IA realmente desafia a democracia. 👇
14.01.2026 15:42 — 👍 9 🔁 4 💬 1 📌 1
Além das deepfakes: como a IA realmente ameaça (e desafia) as democracias – ReDem
8/8 📖 Entender esses níveis — individual, grupo, institucional e de sistema — é o primeiro passo para uma regulação séria. Quer saber mais sobre esse modelo do prof. Andreas Jungherr? Confira o conteúdo completo redem.tec.br/alem-das-dee...
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 0 📌 0
7/8 🛑 O problema não é só a deepfake. É a governança cotidiana dessas tecnologias que moldam nosso fluxo de informação. Precisamos de transparência e menos especulação para proteger o que realmente importa: a nossa soberania de escolha. ✅
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0
6/8 🌎 4. Nível de Sistema (Democracia vs Autocracia): Regimes autoritários podem usar a IA para controle social sem barreiras de privacidade. Isso cria uma pressão: será que as democracias conseguirão competir mantendo seus valores éticos e de liberdade? 🛡️🚩
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0
5/8 🗳️ 3. Nível Institucional (Eleições): O maior risco aqui não é só a manipulação, mas a perda de confiança. Se o público acreditar que a IA "controla" o resultado, qualquer perdedor pode questionar a legitimidade das urnas, minando a base da democracia. 🏛️⚠️
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0
4/8 👥 2. Nível de Grupo (Igualdade): A IA aprende com dados do passado. Se esses dados têm preconceitos, a IA os replica. Isso pode silenciar minorias ou tornar grupos marginalizados "invisíveis" para políticas públicas, aumentando a desigualdade estrutural. ⚖️🚫
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0
3/8 👤 1. Nível Individual (Autogoverno): A IA molda como você acessa notícias. Algoritmos podem criar bolhas onde vc só vê o que concorda, limitando sua visão de mundo. Além disso, motores de busca com IA podem sufocar jornais locais 📉🗞️
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0
2/8 🌫️ Muitas vezes, o foco em "Superinteligências" do futuro serve apenas como cortina de fumaça. O pesquisador Andreas Jungherr (Alemanha) propõe que foquemos na IA restrita — aquela que já usamos no dia a dia. O impacto ocorre em 4 níveis:
14.01.2026 15:42 — 👍 3 🔁 0 💬 1 📌 0
Para além da deepfake: como a IA afeta as democracias
1/8 🧵 As eleições de 2026 serão um teste para a democracia brasileira diante da popularização da Inteligência Artificial. Mas esqueça os robôs de ficção científica: o perigo real é mais sutil. Entenda como a IA realmente desafia a democracia. 👇
14.01.2026 15:42 — 👍 9 🔁 4 💬 1 📌 1
12.01.2026 16:45 — 👍 6 🔁 0 💬 0 📌 0
1/7 - Você sabe o que é astroturfing? 🎭
Recentemente, o caso do Banco Master trouxe à tona essa prática: influenciadores teriam sido pagos para simular apoio popular e atacar o Banco Central. Mas o que isso significa para a democracia? 🧵👇
08.01.2026 17:20 — 👍 8 🔁 4 💬 1 📌 0
Astroturfing digital no caso Banco Master – ReDem
7/7 O astroturfing transforma o diálogo orgânico em uma encenação manipulada. 🎭 Quer saber mais sobre os 16 cenários dessa prática? Leia o post completo no blog! redem.tec.br/astroturfing...
08.01.2026 17:20 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0
6/7 O perigo reside na manipulação da "temperatura" do debate. 🌡️ Ao fabricar falsos consensos em seções de comentários e redes sociais, esses atores enganam o cidadão médio e corroem a integridade das decisões democráticas.
08.01.2026 17:20 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0
5/7 Isso não é novo nem exclusivo do Brasil. 🌎 Já vimos casos na Eleição dos EUA em 2016 (Internet Research Agency) 🇫🇷 Eleição francesa de 2017 🇬🇧 Referendo do Brexit 🇨🇳 Estratégias de distração do governo chinês
08.01.2026 17:20 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0
4/7 A estratégia usa um verdadeiro arsenal digital: 👥 Sock puppets (perfis falsos que fingem ser cidadãos comuns) 🤖 Bots e click farms (fazendas de cliques para gerar engajamento massivo) 🗣️ Cooptação de identidades reais e apoiadores pagos
08.01.2026 17:20 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0
3/7 Como identificar? Segundo o estudo de Kovic e colaboradores, o astroturfing digital exige 5 condições: 1️⃣ Ocorre no meio digital 💻 2️⃣ Iniciado por ator político 🏛️ 3️⃣ Opinião fabricada 🛠️ 4️⃣ Intuito de enganar 🕵️ 5️⃣ Meta estratégica definida 🎯
08.01.2026 17:20 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0
2/7 - O termo vem da marca de grama sintética "AstroTurf". 🌱 Ao contrário do movimento grassroots (raiz), que nasce organicamente da base, o astroturfing é uma simulação artificial de apoio orquestrada por grandes atores corporativos ou políticos.
08.01.2026 17:20 — 👍 2 🔁 0 💬 1 📌 0
1/7 - Você sabe o que é astroturfing? 🎭
Recentemente, o caso do Banco Master trouxe à tona essa prática: influenciadores teriam sido pagos para simular apoio popular e atacar o Banco Central. Mas o que isso significa para a democracia? 🧵👇
08.01.2026 17:20 — 👍 8 🔁 4 💬 1 📌 0
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Dartmouth political scientist and Bright Line Watch co-director. Previously Upshot NYT / CJR contributor, Spinsanity co-founder, All the President's Spin co-author.
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